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  • QUANDO O INTERESSE FALA MAIS ALTO... EM BREVE

  • COM QUEM EU FICO?: AS BELEZAS DE ANGRA E PARATY/RJ

As histórias que são postadas aqui são de ficção, porém apenas pra degustação para que os leitores possam conhecer os personagens e a trama envolvida. Caso o autor tenha interesse em compartilhar um conteúdo na íntegra, o site lhe informará automaticamente, portanto não deixe de ativar nossas notificações pra ficar por dentro de cada novidade.
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Leandro Elesbão

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Horas mais tarde, o avião chega no aeroporto da cidade de Ricco Proença e Rafael desembarca. Com os documentos em mão, ele apresenta ao guarda e depois libera-o. Está havendo essa vistoria com todos os passageiros devido a ataque de terrorismo no exterior e pra segurança do país, as leis são bastante claras. Rafael percebe seu nome estampado numa placa de papelão nas mãos de um homem alto e sorridente. Era o namorado Tiago que estava a sua espera. Ele se aproxima do rapaz e os dois se abraçam, finalizando com um beijo nos lábios.

Ansiedade

Banana cozida no prato e acompanhado com molho branco. Eu estava almoçando na casa da vizinha. Devem lembrar dela ne? A que veio em minha casa me alertar do Garibaldi. Ficamos amigos e ela me convidou para um almoço. Foi bom pelo menos deu pra distrair um pouco. Evitei de levar o Garibaldi senão ela ficaria chateada. O cão acabou com o jardim dela e eu não quero que isso ocorra de novo. Entre vários assuntos ela me fez uma pergunta um tanto pessoal e eu não neguei, mas afirmei com todas as letras. Se ela ficava em dúvida já teve sua certeza. Não falo da minha homossexualidade publicamente, mas quando me perguntam, eu revelo. Não preciso nomear na testa. Mas isso é algo meu. Faz parte do meu modo de ver a vida. Algo que nem todos vão querer aceitar. E dane-se quem recrimina. Este sou eu e ponto final.

Rafael entra com Tiago no apartamento. O rapaz diz ao namorado para ficar à vontade.
-         O apartamento é lindo. - diz Rafael vislumbrado.
-         Obrigado anjo! É teu também. Estou feliz por você estar aqui comigo.
-         Eu estou aqui pra cuidar de você de verdade.
-         Eu sei anjo. Acredito em você!  Eu preciso do teu carinho. - diz Tiago.
Rafael abraça o namorado e os dois acabam fazendo amor no quarto.

Riviera. Costa oeste de Martin.
Entre bebidas e pessoas e o cheiro do cigarro invadindo o local, Natasha e Evellyn se beijam ardentemente. E ao seu lado, Heitor bebe uísque com seu companheiro Nailton. Alguns minutos depois, Nailton passa a mão na coxa de Heitor e aquela atitude o incomoda um pouco. Ele parecia estar inseguro e Nailton percebe e aproxima de sua orelha e diz:
-         Quer ir para um lugar mais tranquilo?
Heitor responde que sim com a cabeça e deixa o copo do uísque na mesa.
Os dois atravessam o salão repleto de gente e sobem as escadas. Chegando no quarto e acendendo a luz, Nailton pergunta:
-         Ainda continua tenso porquê?
-         Eu nunca fiz assim com ninguém.
-         Já ficou com algum homem?
-         Não. Só peguei mulheres.
-         E por que está aqui?
-         Eu tenho curiosidade de ficar.
-         Certo. O que você quer fazer?
-         Eu não sei. Achei que você me ensinaria...

Ainda na cama, Tiago observa Rafael dormir e pega sua mão e beija levemente, com todo o seu sentimento. Rafael desperta um pouco.
-         Te acordei ne? Desculpa!
-         Tudo bem! Eu peguei no sono.
-         Percebi. Te dei um cansaço.
-         Bobo. Mas foi muito bom. Estou feliz.
-         Eu também. Estou te admirando há algumas horas.
-         Hummmm…
-         Você é lindo. Contei dias pra ficar contigo.
-         Eu também. Meu sonho era estar aqui do teu lado. - diz ele, entrelaçando suas mãos nas dele.
Em seguida, Tiago deita sua cabeça sob o peito de Rafael, que acaricia teus cabelos.


terça-feira, 29 de outubro de 2019


Pela manhã ao acordar e ver ele deitado em minha cama morto de sono, eu me levantei e fui pra cozinha preparar o café. Enquanto eu colocava a água na cafeteira, lembrei de Garibaldi. Ele deve estar com fome também. Fui até o terraço e pus ração pra ele que rapidamente avançou sob a tigela. Voltei pra cozinha, lavei minhas mãos e continuei no preparo do café. A cafeteira já estava fazendo o processo de coação e eu resolvi sentar um pouco sob a mesa.
Não vou conseguir esquecer dele.
Eu fiquei pensando.

Café

Não me refiro ao homem que dorme em meu quarto, mas ao homem que um dia conheci também através de um meio virtual. Um cara que poderia hoje estar naquele quarto e dividindo minha vida com ele. Que poderia ser meu companheiro nos dias de hoje e compartilhasse não só a cama, mas os momentos especiais da vida. Ele me faz falta. Me traz saudades. Ele acreditava em nós. Ele tinha planos. Determinação…
E eu... Eu não consegui enxergar o quanto digno e verdadeiro ele era pra mim. Ou pior que isso: eu não consegui enxergar o quanto ele me queria. O quanto ele me amava, me aceitava. Se hoje estou sozinho aqui nesta casa é porque eu não pensei. Eu meti os pés pelas mãos. Eu detonei com tudo. Fiz a maior merda da minha vida. Ele sabe que eu vacilei feio e não sei se hoje me perdoa por isso. Eu fiz o cara sair de outra cidade pra gente passar um fim de semana junto e eu abandonei-o num quarto de hotel por conta de uma atitude tão infantil. Naquela época eu fui infantil. Tanto que às vezes quando me lembro disso, eu fico com raiva de mim mesmo e me acho um verdadeiro otário. Ele voltou pra cidade dele e eu chorei. Foi muito difícil.
Aquilo nunca saiu da minha cabeça.
Me desperto dos pensamentos quando o rapaz me pergunta se estou bem. Respondo que sim e ele avisa que precisa ir. Eu ofereço o café e ele aceita gentil. Bebe, pega o dinheiro comigo e depois se despede com um abraço e sai porta afora. Bom só me resta tirar o Garibaldi do terraço e trazê-lo pra dentro novamente.

-         E aí quando você vai vir em minha casa? Estou esperando sua visita hein?
-         Pode deixar. Eu vou dar um jeitinho de ir aí com calma ok! Só preciso organizar meu tempo.
-         E como está o Garibaldi sua nova companhia?
-         Está bem! Um pouco levado, mas vai bem. Queria te perguntar uma coisa.
-         Diga! Sou toda ouvida.
-         Você já se arrependeu amargamente de uma coisa tão boba?
-         Desculpe, mas a que se refere? Eu te conheço rapaz. Se abre!
-         Aquela história....
-         Meu lindo, aceite um conselho: o que você fez ficou no passado. Viva o presente. E não importa se isso te marcou. Viva sua vida e esqueça!
-         Estou tentando.
-         Tente mesmo. Só tome cuidado pra não repetir o mesmo erro com ninguém. O tempo passou e você mudou. Tu sabes disso. E ele as vezes nem lembra mais disso. Mas enfim, segue em frente!
Confesso que as palavras de minha amiga me fortaleceram um pouco. Eu tinha que desabafar e com certeza ela me ouviria.

San Diego. Aeroporto internacional.
-         Para de drama. Mammys, não chora! Eu não vou abandonar vocês.
-         Meu filho, vou sentir sua falta.
-         Eu também vou sentir muito, mas preciso dar esse passo. Preciso ser feliz.
-         Eu sei e entendo só que o coração aperta ne? Ver meu filho morando longe é muito difícil.
-         Oh Mammys do meu coraçãozinho…
-         Seja feliz meu filho! Eu vou estar aqui sempre.
Ele a abraça fortemente e no estado de emoção a flor da pele, caminha até o portão de embarque levando a pesada mala e acenando com a mão. Rafael tem um objetivo e uma pessoa a sua espera. Os dois se conheceram através de um aplicativo.
Dentro do avião, ele olha pra foto do seu amor e suspira, acreditando que o cara é o tão esperado príncipe de sua vida.
E o avião decola. Rafael deixa sua cidade aos poucos pra trás e começa a pensar numa vida nova.

Eu nunca deixei de acreditar no amor, mas também estou ciente de que já levei muito na cara. As pessoas são complicadas demais. Quando acho que estou acertando, sempre tem uma coisa que atrapalha ou não está fluindo legal. Existe uma entrega total de sentimentos, mas às vezes, um vacilo põe tudo a perder.
E o meu pior vacilo me faz pensar que um relacionamento deve ser levado muito a sério e que cada palavra dita com sinceridade alimenta as fibras do coração.


No dia seguinte, acordar com o sol ofuscando sua vista te dá a máxima certeza de que a praia está perfeita. Após sair da cama totalmente disposto e semi nu, eu alimento Garibaldi, meu incrível Border Collier, e preparo meu café rápido, com a finalidade de pegar minha prancha e correr pro mar. Enquanto visto minhas roupas, aprecio o café e depois de pegar a prancha, faço um mimo em meu cão e o chamo pra ir junto. Como moro próximo da praia, não necessito pegar meu carro. Vou andando com Garibaldi do lado e percebo que chamo atenção de alguns vizinhos. Assim que chego a praia, eu deixo Garibaldi preso numa corrente e peço para que ele fique quieto e me espere, como se eu soubesse que ele me entenderia. Esperar um surfista não deve ser nada fácil. Garibaldi me fitava até eu entrar nas águas cristalinas. Aquelas águas estavam tão quentes e tão boas, que pareciam revigorar minhas energias. Eu passava minhas mãos na água e respirava fundo. Chegou o momento.


Observador

A manhã foi excepcional.
Depois do último mergulho, eu peguei Garibaldi e juntos fomos almoçar. Vi um restaurante próximo e me informei se poderia entrar com o cão. Fui advertido que não. Então eu o deixei novamente preso e entrei.
Na mesa, com o cardápio na mão, eu olhava as pessoas ao redor e também olhava o cão lá fora. O garçom se aproximou e eu fiz o pedido a ele. Ao ser atendido, peguei o celular e liguei para meu melhor amigo. Conversando com ele sobre várias coisas, ele tocou num assunto chato: relacionamento. Eu tentei desconversar e ele me incentivou a pelo menos conhecer novas pessoas, deixar fluir. Aí eu concordei com algumas coisas que ele falou pra mim e decidi pensar a respeito. Estou sozinho mesmo e acho legal ter uma companhia pelo menos pra passar o tempo em minha cama que ultimamente está muito vazia.

No fim da tarde, estava eu em casa remexendo na web quando uma notificação chega na tela.
Era um convite para um chat com um garoto de programa. Eu estava prestes a clicar em Sim, mas me sentia confuso a tal ato.
Aceitar ou não? Eis a questão.
Bem, eu já estava dentro de uma página pornográfica e como sei que aquele site não ia colocar meu computador em risco por ser confiável, resolvi arriscar. Clicando na opção sim, o chat aparentemente carregava legal e de repente, um rapaz me cumprimentou.
Respondi gentilmente e perguntei o que procurava. Com certeza minha resposta para aquela pergunta não era tão diferente do que eu pensaria. Idiotice minha ainda perguntar aquilo, mas procedi o papo.

Encontro pela Web

Estava adoçando meu café quando a notificação do whatsapp toca. Abri o aplicativo e notei que a mensagem foi enviada pelo rapaz do chat. No conteúdo da mensagem ele tinha mandado uma foto de rosto conforme ele falou que mandaria e achei interessante. Decidimos marcar algo pra gente se conhecer pessoalmente e vermos o que rolaria depois. Como o objetivo dele era apenas ficar comigo sem a pretensão de querer algo mais, pedi que viesse em minha casa mesmo e ele aceitou. Eu não tive preocupações em recebe-lo até porque antes de ele pisar em minha casa, conversamos bastante. Ciente de que não posso confiar muito nas pessoas, eu fiz o convite, mas também não posso fechar os meus olhos. Assim que ele chega na porta e eu permito sua entrada, ele entra devagar e eu digo pra ficar a vontade. Ele tira os sapatos e o casaco e eu ofereço uma bebida, que aceita gentil. Ficamos bebendo um pouco e os nossos olhares se cruzavam o tempo todo e aquele desejo de estar com ele estava ficando indisfarçável. De repente, larguei o copo sobre a mesa e peguei em sua mão. Me levantei e me aproximei tascando um beijo em seus lábios.
Quando me dei conta, estava com ele na cama totalmente nu e a gente se beijava e roçava entre os lençóis. Foi uma noite prazerosa embora sabia que no dia seguinte ele iria embora e eu estaria só novamente.



Continue conectado porque daqui a uma hora tem o terceiro capítulo!

sábado, 26 de outubro de 2019

quinta-feira, 24 de outubro de 2019


Finalmente cheguei em casa e estou com uma baita preguiça de desembrulhar essas coisas. Casa nova, ambiente novo, móveis recém-chegados, paredes pintadas em tons fluorescentes, persianas limpas, janelas abertas exibindo a paisagem tropical da ilha, canto dos pássaros, e o meu carro estacionado com aquela velha prancha de surfe que ainda nem trouxe pra dentro. Estou pensando em pegar uma onda mais tarde, mas o meu objetivo agora é arrumar essa bagunça da viagem e tentar organizar as coisas conforme o tempo permitir.

Horas depois…
Batidas na porta. Decido abrir.
-         Oi! Tudo bem? - pergunta uma jovem de cabelos curtos, olhos claros e alta.
-         Oi! Estou bem. Nos conhecemos?
-         Não. Eu só passei pra avisar que seu cachorro acabou com minhas plantas.
-         Mas perae... Eu não tenho cachorro.
A expressão de Paula muda de repente.
-         Mas de quem é aquele cachorro? - ela aponta para o cão que estava aparentemente cansado e deitado perto do carro.
Surpreso vou checar a situação de frente. Observo o animal e percebo que ele não é bravo e permite que eu acaricie seus pelos.
A mulher interrompe aquela cena.
-         Tem certeza que não é seu?
-         Sim, mas acho que vou ficar com ele. Parece que precisa de uma companhia.
-         Eu não me importo desde que fique longe do meu quintal.
-         Pode deixar! Daqui ele não sai.
E o cachorro nessa hora late nos assustando.


Border Collie

Assim que pus ração e água pro Garibaldi, deitei-me numa rede de frente pra praia e peguei no sono. A brisa tocando meu rosto e aquelas horas se passando. Fui acordado por Garibaldi que lambia minhas mãos. Eu vi o relógio e já era quase seis da tarde e nem as coisas não estavam ajeitadas ainda. Eu me levantei da rede e debruçando sobre a pilastra da varanda, fechei os olhos e apenas deixei a brisa me tocar. Quando abri os olhos, respirei e olhei para Garibaldi que ficava me fitando. Eu simplesmente me aproximei dele e o abracei, sentindo seus pelos. Garibaldi gostava de estar naquela casa e eu senti que precisava de uma companhia.
Não havia me apresentado antes, mas me chamo Higor. Eu sou o novo morador de uma cidade pequena chamada Costa do Sol e apesar da minha casa estar próxima do mar, eu escolhi tal localidade pra minha prática de surfe. Não me acho o Medina, mas gosto de sentir o vento no rosto, estar em contato com a água e passar horas em cima de uma prancha. E agora Garibaldi vai ter que se acostumar a minha rotina de vida.

-         Você não faz mais parte da minha vida. Acabou!!!
Não entendo porque certas lembranças ainda não me saem da mente. Eu sempre quis esquecer, mas nunca consegui. São como flashes. Eu observo as fotos dele e lágrimas caem. E na varanda, pensativo, falo pra mim mesmo que preciso superar aquilo. Será importante pra mim e pros próximos caminhos que eu seguir adiante. Quando dou por conta de que a realidade volta, vejo Garibaldi mastigando as fotografias. Se aquilo for bom pra mim acho que meu cão fez a coisa certa. Me lamentar pra quê?  Quero viver a vida sem a presença dele.

Garibaldi dorme enquanto eu estudo um pouco. Tento resolver alguns problemas matemáticos de uma apostila virtual estampado em meu notebook de um curso online de vestibular. Pretendo ser um futuro administrador e tenho que estar com meu currículo sempre atualizado, aliás conhecimento é algo que não deixo pra trás nunca. Mesmo que o surfe não combina muito com administração, eu gosto de praticar os dois. Surfe é bom, prazeroso, é lazer e administração é futuro, trabalho, sustento. Algum dia eu posso combinar essa função com esse esporte e quem sabe criar meu negócio próprio, mas como tenho muito tempo pra pensar e batalhar por isso, quero dar meus passos devagarzinho.

Deitado na Rede

Horas depois…
O alerta do microondas me desperta de um pensamento. Eu abro a porta e retiro a minha lasanha de carne que estava aparentemente deliciosa e o cheiro invadia minha cozinha. Eu pus no prato e com uma faca, fatiei um pedaço. Quando eu me preparava pra comer, o celular toca. Acho que a lasanha vai ter que esperar.
-         Alô! Oi! Como você está?
Recebi a ligação de uma amiga minha que estava preocupada comigo. Ela foi minha incentivadora, minha parceira e me ajudou bastante. Conversamos por algumas horas e enquanto falávamos, eu não deixei de saciar a fome.

“Vai uma lasanha ae?”


Capa Expectativas

*Disponível na Amazon e Clube de Autores. Sua degustação também está na plataforma gratuita do Wattpad.

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sábado, 19 de outubro de 2019

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Mar cristalino, maresia baixa
O sol brilha forte sobre meus olhos
As pequenas ondas vão se formando
E eu espero, agarrado à aquela prancha
Minha companhia nos dias de praia
Sempre presente no canto do quarto,
E as ondas veêm em minha direção
e mergulhando, subo e prossigo
Estou dentro delas e só vejo o fundo,
Não mais o brilho do dia!
E quando volto a tona, respiro
E a onda me vence novamente.
Chegou a hora do equilíbrio!
Corto a onda no meio
Que alegria a minha estar ali surfando
Ganhei meu prêmio! Ganhei meu dia!


Surfando

terça-feira, 15 de outubro de 2019


Quando o táxi de Grace estacionou próxima a calçada na entrada do shopping, ela saiu do carro e colocou os óculos escuros aos olhos e jogando para o lado as mechas de cabelos que teimava roçar seu rosto ao sabor do vento do mar que soprava naquela tarde de sol ainda forte e que de certa forma ofuscava a sua vista.
De certa forma estava ansiosa, curiosa e um tanto aliviada também por estar naquele lugar que ela mal conhecia, mas que ouvira muito falar. Nunca havia estado antes em Angra dos Reis. Aliviada por ter a coragem de se depreender de casa onde nos últimos dias estava agoniada por causa das discussões constantes dos pais e por não aguentar mais ver de perto aquela situação. Ela imaginava estar ali à duas horas de viagem da Capital atrás de sua possível felicidade, “daquele” que poderia lhe proporcionar a vida que ela sempre sonhou ou pelo menos desejava nos últimos meses em que conversava com “ele” pelo Face.
Começou a andar pela calçada do shopping e entrou no saguão ansiosa. Havia combinado com a “pessoa” de se encontrarem ali naquele lugar e ele a buscaria. O lugar estava vazio e não havia muito movimento. Ela se sentou num banco próximo à uma das lojas do andar térreo e abriu o Whatsapp no telefone.
Seus gestos eram observados no parapeito lá de cima, e “ele” também abriu o telefone e já estava on-line desde muito tempo à espera do contato dela.
Grace sorriu discretamente e seus olhos pareciam brilhar quando “o” viu também on-line. E começou a escrever:
- Oi. Não te disse que vinha?
Ficou esperando a resposta dele.
Observou que “ele estava digitando...”. A resposta já estava a caminho.
- Eu pensei que você não tivesse tanta coragem!
- Quero te ver. – Escreveu Grace freneticamente ao teclado do telefone. - Onde você está?


Encontro Virtual

Ele saiu do parapeito do andar de cima onde a observava e em vez de descer as escadas para a direção onde ela estava, saiu apressadamente em direção ao pequeno cais ali em frente ao Shopping no externo e se encaminhou para o píer.
Grace sentiu que ele estava demorando a responder e resolveu ligar pela chamada de voz.
Ele sentiu o telefone vibrar e tocar no bolso, mas não atendeu imediatamente, pois tinha algo a fazer. Na verdade, “ele” queria surpreende-la.
Grace ficou um tanto trêmula de ansiedade e se levantou olhando para os lados ansiosa. Não sabia se caminhava ou ficava parada ali. O telefone não atendia e isso a deixava inquieta.
Sentou-se de novo e abriu o Whatsapp novamente.
Ela viu que “ele” ainda estava on-line. Mas porque razão “ele” não atendia o telefone? - Se perguntava ela.


Doroth chegou mais que depressa no apartamento de Gisele depois do expediente no escritório e não só estava curiosa para saber o que aconteceu e intrigada do que poderia ter acontecido entre ela e Daniel. Será que Daniel deixou mancada e houve algum desentendimento com Gisele? Ele saíra lá do escritório naquela tarde tão decidido a tomar uma atitude a mais para conquistar Gisele. O que será que aconteceu? – Se perguntava Doroth.
Gisele veio recebê-la na porta ansiosa e sua expressão era de aflição.
- Ô amiga. To aqui. Fala. Você estava tão nervosa ao telefone.
- Obrigada Doroth por ter vindo aqui. Eu to precisando desabafar. Muito...
As duas se sentaram e ficaram de frente uma para a outra.
- Doroth... – Começou Gisele, mas se referindo a Zeca. - Aconteceu amiga! Ele veio aqui e...
- Veio??? – Interveio Doroth surpreendida, mas se referindo a Daniel, mas não quis falar ainda que dera o endereço a ele.
- Eh, ele veio aqui entrou por essa porta e aconteceu o que não esperava.
- Como não esperava, amiga? Mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer mais seriamente. Gisele você está sendo muito dura.
- Ele me disse algumas palavras, me agarrou, me beijou e... - Um sorrisinho despontou do rosto de Gisele ao falar aquilo.
- E então? - Falou Doroth – Vai continuar reticente, de coração fechado, não dando chance a você mesma de ser feliz?
- Eu não o quero mais, Doroth! O meu coração parece se abrir, e eu começo a viver uma inquietude por causa de outra pessoa que você sabe quem é. Pela primeira vez estou confessando isso a você abertamente.
- ... Ah, é?! – Doroth ficou mais surpreendida não entendendo muito bem ainda e se levantou.
- Amiga me ajuda! Estou tão confusa! Ainda mais do que aconteceu hoje à tarde aqui. Eu só o quero como amigo! Eu estou definitivamente apaixonado por outra pessoa.
Doroth estava mais intrigada ainda com aquela conversa de Gisele e não estava entendendo mais nada. E falou:
- Olha amiga, eu tenho que te falar uma coisa. _ Se sentou novamente ao lado dela ao sofá.
- Ele conversou longamente comigo lá na repartição hoje á tarde e eu vi a sinceridade do coração dele. Sei que ele te ama de verdade e resolvi ajudá-lo. Eu o incentivei a vir aqui e abrir o coração prá você.
Gisele se levantou olhando para a amiga intrigada.
- Você ta louca, Doroth? Como é que você pode fazer uma coisa dessas?! Eu não quero esse cara na minha vida. Nunca mais.
- Mas Gisele, não faça isso. Ele é a chance de você ser feliz, é capaz de tudo por você! Eu sei, eu vejo nos olhos dele e nas atitudes dele que... Que ele quer você. Ele te ama de verdade, entende?
Gisele estava confusa e não estava entendendo a amiga e suas palavras. E logo ela que sabia tudo o que ela passou.
- Não, Doroth, você só pode estar brincando comigo!
- É verdade! Ele saiu lá do escritório tão resoluto, tão decidido! Eu sabia que ele vinha aqui falar contigo e pensei também que você ia acabar de uma vez por todas com essa intransigência com o rapaz.
- Doroth, pelo amor de Deus Pare com isso! Eu gosto do Daniel!!!


Amigas

- E é dele mesmo que eu to falando!
- Como assim? Aqui??? Ele vinha aqui??
- Sim, o Daniel! Ele tava vindo prá cá falar contigo. Não foi ele que te deixou assim nervosa e inquieta como você está agora?
Gisele levou a mão ao rosto pasmada e mal podia acreditar nessas últimas palavras de sua amiga.
- O... O Daniel?!
- Que foi Gisele? Afinal de contas você ta falando de quem? O Daniel não esteve aqui?
- Eu to falando do Zeca, Doroth. Foi ele que esteve aqui me pedindo prá voltar e quase me beijando a força.
"Daniel não veio. Não cumpriu o que prometeu!" – Pensou Doroth olhando para Gisele também pasmada.
- Eu quero o Daniel, Doroth. Eu admito isso. E tudo o que eu queria nessa tarde é que ele tivesse do meu lado e entrasse naquela porta e me dissesse tudo o que tinha para me dizer. Dessa vez eu acho que não iria resistir!
Doroth, ouvindo aquilo não podia agora imaginar o que poderia ter acontecido. Porque será que Daniel não veio? - Ela tentava entender.

(...)


Daniel sai do chuveiro e se arruma pra ir ao trabalho quando batem à porta.
- Só pode ser o Wallace pra chegar a esta hora. -Ele comenta, envolvendo a toalha pelo corpo e abrindo a porta.
- Oi! -Diz uma jovem morena de olhos claros e corpo esbelto.
Daniel se surpreende ao ver que sua ex estava ali na sua porta.
- Maria?
- Se maomé não vai a montanha, a montanha vai até maomé.


Atenção: Para dar continuidade a leitura de "Corações Desimpedidos", a obra está disponibilizada nos seguintes links:




*Confira também a obra "Distante Amor", aqui no site que aborda também relacionamento virtual, no link: https://www.ampliandoideias.com.br/search/label/Jenilo
Sua responsabilidade parece familiar
Porém não tem ligação sanguínea 
Seu carinho é valioso
Um amor incondicional
De proteção e zelo
Se torna próximo e amigo
Nos ensina pra sermos vencedores
E aprendermos a lidar com os nossos erros
Nos considera fortes
E confiantes em chegarmos longes
Mesmo sendo desrespeitado, julgado
Seu ofício continua a lutar destemido
Em ver teu sonho realizado:
O jovem concursado
A criança disciplinada
O idoso alfabetizado
O caminho pode parecer árduo 
Mas basta um livro
Pra tudo fazer sentido 
Professor, apesar dos desafios
É uma pessoa como a gente
Tem momentos felizes,
Tristes
Se dedica naquilo q te faz bem
Seu maior orgulho é te ver sorrindo 
Acreditando que o teu futuro está garantido.

Professor e Aluno

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Daniel chega em casa e encontra seu irmão á espera dele.
- E aí cara, vim te esperar aqui, mas não esperava que você chegasse tão cedo. Vim falar prá você a novidade: aquilo que você me pediu para ajudar achar a tal garota: a Grace...
- Pode esquecer, cara, pode esquecer! - Disse Daniel antes que seu irmão acabasse de falar. -  Te agradeço por tudo, mas não precisa mais não.
Daniel se jogou no sofá exausto e abatido e Wallace estranhou seu jeito.
- Que foi, fera, que aconteceu? Você parecia tão entusiasmado e empenhado em ajudar a tal Gisele nesse caso. E eu sei muito bem porque, sabe disso.
- Pois então pensou demais!
- Perai cara, eu venho aqui na melhor das intenções tentando te dar uma moral no que você me pediu e você me dá várias patadas dessa.
Daniel estava estressado e olhou para o irmão ansioso. Seu olhar estava transtornado.
- Desculpa ai, mano. Não é nada com você não. Não é nada disso. Eu é que sou um babaca mesmo.
- Perai, cara, o que aconteceu? Desanimou de ajudar a garota?
- Não vale a pena não cara. Não vale a pena mais nada. Vamos sair prá tomar alguma coisa e no caminho te conto.
- Calma aí cara, você ta muito nervoso e cair na bebida assim sem mais nem menos não vai adiantar nada. Não quer me contar o que ta acontecendo?
- Porra, cara eu fui lá. Lá no apartamento dela. A Doroth me ajudou e me deu o endereço para ir lá conversar com ela e hoje tinha certeza que ia colocar ela na parede e tomar uma decisão em relação a nós dois. Esperava que ela ia parar de me tratar mal às vezes que eu me declaro prá ela.
- Poxa, cara imagino que ela não quis te receber ou que deu tudo errado!
- Mais do que errado, cara. Quando ia chegando a porta tava meio aberta, pois alguém parecia ter acabado de chegar. E você não imagina o que eu vi.
- Viu o que, cara?
- Ela tava beijando outro maluco, brother. Foi isso que eu vi.


Papo Sério

Wallace olhava para o irmão sem entender e tão intrigado quanto o irmão.
- Agora sei,... - Continuava Daniel - Agora eu sei porque ela me recusa e me dá sempre fora. Eu devia ter vergonha na cara! Ela ta com aquele cara que eu vi ela beijando.
- Mas e aí?
- Ai que eu meti o pé antes mesmo de entrar e falar com ela. Eu só vi porque empurrei a porta que tava entreaberta e vi os dois se beijando. Ninguém me contou não, cara, eu mesmo vi.
Wallace via o quanto seu irmão tava arrasado e não o vira assim desde que ele teve a crise amorosa com Maria.

Alda e Emiliano continuavam a conversarem e o clima estava acirrado entre os dois.
- Que é isso, Alda, você ta me mandando embora.
- Eu quero que você tome uma decisão entre nós dois, Emiliano e entenda de uma vez que não dá prá nós vivermos esses tormentos a ponto até de atingir nossa filha e passarmos por essa agonia como agora.
- Você que me persegue, Alda, sempre arrumando motivos para nossas brigas. Você é a culpada de tudo. Eu já não aguento mais isso. E agora quer me culpar também por tudo.
- Eu quero minha filha de volta!  E depois que isso se resolver, você decide se vai continuar vivendo ao meu lado me dando uma vida direito e digna.
- Mas não te falta nada, Alda, e nunca faltou nem prá você e nem prá nossa filha.
- Você sabe muito bem do que estou falando, Emiliano, você sabe. Nada é mais precioso do que a atenção, o carinho, a companhia, tudo isso que você esqueceu há tempos. Há muito tempo que você vive indiferente comigo e eu to me sentindo um nada ao seu lado por causa desse teu tratamento comigo.
Emiliano vira-se para o lado e Alda para o outro querendo chorar. Emiliano bem sabia do que ela estava falando e ele realmente se sentia desgastado ao seu lado e não sabia o que dizer.
O silêncio foi quebrado com o toque do telefone. Sem ter noção da urgência ou não do telefonema Emiliano vai atender, mas fala:
- Deve ser Gisele com novidades.
Alda se vira e fica olhando.
- Alô!
- Pai! - Do outro lado da linha.
- Grace??? Onde você está?
Alda corre quase que desesperada para o lado do marido ao telefone:
- A Minha filha!!! 
Do outro lado da linha falando ao celular, Grace mal podia se dar conta do visual que se descortinava diante dos seus olhos quando ela desceu daquele ônibus naquela rodoviária daquela cidade balneária à três horas do Rio de Janeiro.
- Eu to bem pai. To bem. Fala prá mamãe ai prá ficar tranqüila ai que logo que puder to voltando.
Grace sabia que seu pai iria insistir no telefone, mas que isso acontecesse, ela desligou o celular e colocou em sua bolsa de novo. Nas suas costas estava com sua mochila e parecia ter chegado naquela cidade para ficar.
Logo, antes de pegar um táxi ela contemplou o mar que estava a sua frente e que fazia parte da paisagem daquele ponto da rodoviária e reconheceu de longe o que ela muitas vezes ela tinha visto de passagem em sites de turismo. Pelos contornos das montanhas daquela ilha lá ao longe ela reconheceu: Era a Ilha Grande e que logo ao pegar uma traineira em algum ponto próximo ali onde ela estava já estaria lá.
Mas antes disso, precisava se encontrar com uma pessoa que ela premeditadamente tinha marcado no Facebook e que desejava conhecê-lo muito pessoalmente. E não seria ali o local do encontro. Logo que conseguiu um táxi ali mesmo perto da plataforma onde o ônibus a deixou ela se dirige ao motorista:
- To querendo ir à um Shopping perto de um lugar chamado... esqueci agora, moço.
- Sei. Perto das Marinas! - falou o Motorista - Entre moça!
- Antes de ir pra este shopping, eu posso conhecer um pouco a cidade? Amo Angra!
- Tudo bem então.
Quando Grace entrou no veículo e se sentou na parte de trás, ela se sentiu incomodada diante de uma paisagem tão deslumbrante e aquele vidro fumê do veículo atrapalhando.


Turista

- Posso descer o vidro aqui moço?
- Sim! – Responde o taxista, sorrindo.
Num aperto de botão, o vidro desceu e o sol daquela tarde ainda iluminava com maestria a paisagem deslumbrante daquele local e o ar de montanha ainda predominava de quando ela via durante a viagem pela estrada sinuosa de Santos até aquela cidade.
Logo que saiu da rodoviária ela pôde ver o carro se emaranhar no trânsito e diante de uma orla maravilhosa, movimentada e que oferecia o cenário de várias ilhas ali mesmo. Além do cenário da Ilha Grande de longe ela podia ver ainda outras pequenas ilhas que fazia parte das trezentas e sessenta ilhas que se dizia ter naquela região.
- Que parte é essa da cidade, moço?
- Essa aqui é a Praia do Anil. Praticamente estamos no centro da cidade. Mas a moça não é daqui de Angra dos Reis?
- Não. Sou do Rio.
- Vem à casa de parentes por aqui?
Grace deu um sorriso e falou.
- Não moço. Na verdade, vim atrás de uma paquera que eu conheci pela internet e vou me encontrar com ele nesse shopping aí das Marinas. Vai demorar chegar, moço? - Pergunta ela feliz e radiante por estar em Angra dos Reis.


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