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Leandro Elesbão
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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O delegado Jota pergunta intrigado:
- Você quer que eu reabra o caso do seu filho desaparecido? Sinto muito, mas eu não posso abrir esse caso sem um indício. Você tem alguma informação nova?
- Eu não tenho nenhuma informação, delegado. Ainda.
- Então, por que quer que eu abra esse caso de novo?
- Por favor, o senhor tem que abrir a busca. Eu sinto que o meu filho está próximo.
- A senhora não entende. - Diz o delegado, coçando a cabeça.
- Delegado Jota, somos amigos ou não? O senhor me conhece há dezessete anos. Me ajudou muito á procurar o meu filho. Eu tenho esperança que o meu Luís esteja vivo. Por isso, eu te peço encarecidamente: me ajude á procurar o meu filho novamente.
- Martha, nós somos amigos, sim, mas veja o meu lado. Eu também quero muito que você encontre o seu filho. Mas eu não posso abrir o inquérito sem provas. Eu preciso de algo novo pra poder recomeçar a busca. Eu sinto que você um dia vai encontrá-lo. Desculpe por não poder te ajudar.
- Eu fiz uma burrice em ter vindo lhe procurar.

Me Ajude

- Não, Martha. Eu entendo o seu motivo. Você ainda sente falta do seu filho e eu me orgulho disso. Você é mãe, como eu não poderia entender? Eu só preciso que me ajude também, afinal, eu trabalho na polícia há quinze anos, eu vejo cada caso que você jamais o viu igual. Eu vejo todo dia entrar pelo meu escritório. É caso de agressão, de acidentes, de assassinato... Eu sei o quanto é difícil pra você perder o seu filho.
- Então me ajuda por favor!
- Martha, eu torço muito pela sua felicidade. Não se sinta desse jeito. Eu só quero que saiba que você pode contar comigo pra tudo. O que tiver ao meu alcance pra te ajudar, eu faço com prazer e dedicação.
- Obrigada, Jota. Eu fico grata com o seu carinho por mim. Mas eu preciso realmente achar o meu filho.
- Então, vai pra casa e tenta descansar um pouco. Reflita sobre o que conversamos e se tiver uma informação nova a respeito de Luís, me procure.
- Pode deixar, Jota. Desculpe pelo incômodo.
- Não precisa se desculpar. Eu fiquei muito feliz com a sua visita.
- Boa noite! - Ela se despede.
- Boa noite, Martha! -Ele diz.
Ao deixa-la sair, o delegado fica pensativo e volta para sua mesa, onde pega o retrato falado da sequestradora de Luís.
“Se essa mulher for realmente a sequestradora, eu não vou poder esconder isso por muito tempo.”
E de repente, ele decide fazer um telefonema.
- Oi! É a dona Laís? Tudo bem? Eu sou o delegado Jota e gostaria de conversar contigo pessoalmente. É importante! Ok! Passo aí ainda hoje em sua casa. Abraços! - E desliga.

Horas depois, Laís se encontra diante do delegado e fica com uma expressão séria. Jota fica observando o jeito dela.
- Parece que essa foto lembra alguém né?
Nesse momento, ela olha para os olhos dele e responde:
- Betina. Essa mulher eu conheço.
- Uma esperança. Onde posso acha-la?
- Eu não sei. Mas juro que nunca pensei que ela pudesse ser uma sequestradora.
- Laís, quem é Betina? Pode me descrever?
- Delegado, essa mulher era simpática, amigável. Eu mesma não a conhecia muito bem. Lembro que ela fora convidada por pessoas da própria vizinhança mesmo pra festa do meu filho, mas eu não vi problema nenhum em não deixá-la entrar na época.
- Pois é Laís! Por uma visita de uma desconhecida em sua festa, o Luís desapareceu. -Diz o delegado, fazendo ela ficar séria.
- Mas será que ela teve coragem? Faz muito tempo mas me lembro como se fosse ontem: logo após o ocorrido na festa, a gente chegou a conversar depois talvez no mesmo dia, não sei! – Diz Laís, se sentindo indignada.
- Ela pode ter feito isso pra não chamar atenção. Conheço pessoas desse tipo! Agem na falsidade e na esperteza. – Diz o delegado, fazendo algumas anotações.

Na manhã seguinte, Mariana toma o seu café correndo e encontra a mãe deitada no sofá.
- A senhora dormiu aqui? - Ela se indaga.
- Sim. Eu me senti cansada e acabei pegando no sono.
- E o papai, onde ele está?
- Acho que ele está dormindo.
De repente, a empregada chega e encontra as duas.
- Senhora Martha, o Adalberto pediu pra avisar que ele teve que sair mais cedo pro escritório pra revisar uns documentos.
- Mas ele já foi trabalhar? - Se indaga Martha. - E nem falou comigo.
- Sim, senhora. - Responde Dulce.
- Eu não acredito! -Diz ela, indagada.
- Deixa mãe! Eu também já vou! Beijos! -Diz a filha, beijando em seu rosto.
- Você não vai tomar o seu café?
- Eu já tomei. Tô indo! Preciso chegar cedo na clínica.
- Filha, espere! Eu queria ter um minuto com você.
- Bem, fale! -Diz ela, organizando sua bolsa.
- Eu estive na delegacia ontem.
- Fazendo o que lá?
- Eu pedi pro delegado abrir o caso do seu irmão.
- Mãe, por que fez isso?
- Desculpe, filha. Mas eu achei que seria necessário.
- Agora não dá tempo de conversarmos sobre isso, mas quando eu voltar, eu quero saber direitinho dessa história. Ta bom!
- Tudo bem! Vá com Deus, filha! -Diz Martha.
- Beijos gente! - E ela fecha a porta correndo.
A empregada observa e comenta com Martha:
- Desde que começou a trabalhar nessa clínica, ela parece estar mais feliz.
- Claro! Ela está gostando demais da clínica. Só não pode me trocar pelo trabalho. -Diz ela, rindo.
- E a senhora Dona Martha, o que vai querer pro almoço?
- Ah nem sei. Prepara alguma coisa que a minha mãe queira sei lá. Eu não quero pensar em almoço agora.
- Tudo bem então! Com licença! -Diz a empregada se retirando.
Martha descansa um pouco a cabeça no travesseiro do sofá e observa o celular. Ela decide fazer uma ligação. E a pessoa claro atende em imediato.
- Martha! Que bom ouvi-la! -Diz Rubens sorrindo.
- Oi tudo bem Rubens?
- Melhor agora.
Ela sorri um pouco.
- Aconteceu alguma coisa?
- Não. Eu só liguei pra saber como vão as coisas.
- Na mesma né? Eu não quero desistir da minha empresa.
- Eu sei. Faço ideia do quanto você lutou por ela.
- Sim. Mas sua mãe não entende isso.
- Não vamos falar dela ok! Só quero Rubens que você consiga atingir seus objetivos.
- Obrigado Martha! A cada dia que passa, está cada vez mais linda.
- Preciso desligar. Beijo! -Diz ela séria, mas com aquele pensamento longe.

Vera chega ao escritório e encontra a secretária que a avisa que Adalberto a espera. Ela entra e o encontra.
- O que faz aqui em meu gabinete? Acordou cedo?
- Sim, eu acordei. Queria te falar uma coisa.
- Eu estou atenta. Fale!
- Vera, eu quero saber uma coisa de você. Por que você odeia tanto o Rubens?
- Ora essa, por que a pergunta? Eu o odeio porque ele possui uma concorrência com a minha empresa. Ele está sempre no meu caminho.
- Vera, acho que não é só por isso. Que motivo a mais você tem contra ele?
A empresária fica séria com a sua pergunta.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Eu só queria que o tempo me dissesse se eu seria feliz.
Sabe quando você sente a pessoa distante de você? Quando você percebe que mesmo dando atenção, ela parece se afastar de você. Estou sentindo isso.
Por mais que eu tente dizer o contrário para os meus pensamentos, eu não consigo disfarçar aquilo que está realmente diante dos meus olhos e que a cada dia se torna claro pra mim. 
Eu não sei se o problema sou eu, se é ela.
Se estou errando em algo ou ela mesma quer ficar sozinha no canto dela. Eu realmente não sei explicar o que está havendo. Mas toda vez que eu tento ser próximo, ela se afasta e muda o rumo da conversa.
Ás vezes, disfarça e não dá ideia. E eu me sinto confuso demais. Talvez o meu erro seja o de me entregar facilmente, abrir meu coração... Preciso mudar isso em mim porque eu percebo que isso me prejudica de alguma forma, me faz sofrer e eu não quero viver por toda a minha vida assim se apaixonando e se decepcionando. Excesso de sentimento não é bom e só hoje percebi isso...

Tem pessoas que não gostam e por elas não gostarem, simplesmente se afastam. O amor tem a medida certa e numa dose exagerada, pode nos comprometer muito em nossa relação amorosa. As pessoas que não se entregam facilmente são suscetíveis a ser mais felizes futuramente, porque vai lidando com suas emoções e aprendendo a confiar mais nos seus instintos e principalmente, na forma com que o sentimento é expressado aos seus parceiros.

Com o decorrer do tempo, elas vão se entregando e dando uma oportunidade para quem realmente merece ter. 
É como você confiar no seu próprio filho e lhe dar a chave do carro para ele poder sair a noite com amigos. Por que eu citei esse exemplo? Explico: Quando você conhece bem o seu filho, você passa a ter segurança nele. Você vê no seu próprio filho o seu espelho refletido. Quando você entrega a chave do seu carro, por mais que seja um bem material de grande importância pra você ou que acredite na possibilidade de que ele realmente mereça aquela chance de usufruir do seu automóvel, você está colocando a sua confiança em prática e se o seu filho tem juízo e conhecimento da realidade que acontece lá fora no mundo, ele está passando a se responsabilizar por qualquer atitude que venha a cometer.
Se ele bater com o carro e danificar as luzes dos faróis, você estará ciente de que será também responsável pelo simples fato de ter dado a chave. Agora se acontecer uma situação pior, aí que os problemas vão recair sobre você e aquela culpa pode vir á tona. Se você deu a chave, é porque você confiou.

Por que este exemplo se refere ao que escrevi antes sobre o sentimento das pessoas?
Pelo simples fato de que a confiança quando é colocada em prática, a possibilidade de haver segurança ou não é algo inevitável. Tudo pode acontecer. Assim como o filho do exemplo acima pode bater ou não com o carro, a pessoa quando entrega seu coração á outra pode ser feliz ou não também.
Isso vai depender muito do controle de nossas ações que ás vezes nem conseguimos controlar.
Por mais que você tente conduzir bem o seu relacionamento, os problemas sempre existirão. Um dos dois pode perder o controle e ameaçar um pouco esse elo. Por isso é melhor se precaver antes e sem pressa tentar conhecer a pessoa da melhor forma possível, analisar pontos em comum com ela, refletir se é isso mesmo que você quer, se está sendo recíproco um com o outro... Tem pessoas que não pensam assim e são bem diretas em relação ao sentimento. Ou tudo ou nada. E a possibilidade de dar certo ou não, só o futuro dirá. Quando você aprende a lidar com seus sentimentos, a sua razão prevalece muito.
Se você já se decepcionou antes, você vai recuar um pouco. "Será que essa pessoa vai me fazer feliz?", "Será que tudo o que ela fala é de coração sincero?"
Vai ter dúvidas mas nada que o tempo resolva isso. Pela conversa, você capta as coisas e qualquer detalhe é fundamental para que você pense antes de tomar uma atitude que pode mudar o seu jeito de pensar sobre o passado ou os momentos que você viveu. Não é fácil se desprender do passado porque marca mesmo, mas tem que colocar um ponto positivo em sua mente: nem todo mundo é igual. Ás vezes você não dá chance à aquela pessoa por acreditar que ela fará isso e aquilo e no final das contas, a pessoa vai fazer outra pessoa feliz. E você vai perceber que perdera uma chance.
Agora pelo fato das pessoas se afastarem dos seus parceiros, é porque o amor acabou e por mais que seja difícil, você precisa aceitar. Quando o amor acaba, já era! A pessoa não quer mais fazer parte da sua vida e você precisa tomar um novo rumo. Se ela vai se arrepender depois, isso ninguém sabe.
Novamente digo: só o tempo dirá!

Só

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

TÍTULO: Futuro meu

Depois que conheci seu rosto
Seu corpo
Seu jeito
Eu me contive.
Me segurei na esperança
Acreditei na fé
Retomei os planos
E mantive o foco
E o desejo em você.
Depois que conheci você
Seus olhos
Seu riso
Eu me inspirei.
Decidi lutar por algo
Largar tudo
Rever fatos e pensar alto
Dar um passo naquilo que acredito ser futuro.
E você fará parte do meu mundo.

TÍTULO: Devagar

É com o passar do tempo
Com a direçao dos ventos
Aos poucos fluindo
Acontecendo
Revivendo
Sentindo
Caminhando lado a lado
Tão próximo
Tao lento.
E nas expectativas
Aquele anseio
No doce do beijo
O tom do desejo
E as palavras se perdem
No fio da meada
As vagas se ocupam
Corações disparam.

Por do Sol

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