• POESIA: MEU APOIO SEMPRE SERÁ VOCÊ!

  • QUANDO O INTERESSE FALA MAIS ALTO... EM BREVE

  • COM QUEM EU FICO?: AS BELEZAS DE ANGRA E PARATY/RJ

As histórias que são postadas aqui são de ficção, porém apenas pra degustação para que os leitores possam conhecer os personagens e a trama envolvida. Caso o autor tenha interesse em compartilhar um conteúdo na íntegra, o site lhe informará automaticamente, portanto não deixe de ativar nossas notificações pra ficar por dentro de cada novidade.
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Leandro Elesbão
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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Ás vezes sentimos inseguros consigo mesmos e com o que pensamos mas no entanto o que o nosso coração mais quer é estar junto de você. E lutar a cada dia por esse amor é a energia deste coração. 
Lutar para sermos felizes e ver nos teus olhos o brilho da paixão e em teus lábios, a expressão viva do sorriso mais lindo do mundo. Te amo porque sei que te amar me faz bem, me faz feliz...
Porque no futuro quero que digam que nunca existiu um amor tão bonito como este que nos uniu. 
A sua felicidade é a minha felicidade e não importa o que disserem o contrário disso.
Eu gosto de estar do teu lado, participar de alguns dos seus momentos em família, ouvir seus desabafos, e até mesmo, assistir à aqueles filmes chatos que você insiste em selecionar na programação da TV.
Tem dias que extrapolo e falo besteiras, cometo algumas gafes e você me dirige um olhar tão sério, que chega a penetrar fundo dentro da minha alma e aí eu já começo a colocar a mão na cabeça e dizer pra mim mesmo: "Pronto, desta vez passei dos limites." Mas quem disse que dentro de uma relação, a imperfeição não existe? Tolo quem acredita nesta fantasia.
A gente brinca, planeja, constrói, almeja, cria, briga, discute, se engalfinha, provoca, enfim... mas se ama e aprende a lidar com várias situações no decorrer da vida. E isso é importante dentro de um casamento: ambos aprenderem um com o outro pra poder escrever uma história significativa de amor.

Amor Sincero

sábado, 20 de junho de 2020

Eu ia fazer mais uma das loucuras que sempre faço pra ir até você. Mas, por mais que a vontade fosse maior que eu, me contive. Segurei o impulso e me controlei, por mais que isso me fizesse sentir a dor de não poder estar aí como queria. Você presume como é desejar e não conseguir, mas sabe também que não devemos ignorar o que o coração diz, porque ir contra pode ser pior do que recuar, baixar a guarda e ficar. Mas, mesmo que eu tenha ouvido e respeitado o aviso, ainda sim, não consegui mascarar que precisava daquela dose de você. 
É que isso, mesmo me enganando, não consigo omitir de mim mesma. Fala mais alto.
Parece até um grito que é capaz de ensurdecer qualquer um. 
Até mesmo o coração que parece não ter ouvidos. Mas, tento. 
Confio que nada acontece sem uma razão e por isso, espero. 
E mesmo que seja difícil isso, eu não importo de aguentar um pouquinho mais. 
Afinal, o nosso amor não se contabiliza pelo tempo.

Por Adriana Vieira

Me Tirou um Sorriso

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Melhor que a luz do sol e o brilho das estrelas é estar junto de você.
Sentindo todas as emoções e sensações e descobrindo como você é importante para mim.
Você apareceu em minha vida como o sol no amanhecer, veio de mansinho,
me pegando totalmente desarmado e exposto aos perigos
da paixão.
Agora, já não consigo mais me separar de você. 
Cada dia que passa,
estou mais envolvido e apaixonado..
Nossos momentos juntos ficam guardados com carinho em minha
memória, e são maravilhosos.
Poder tocar você, te sentir e ter a certeza de que nascemos um
para o outro. 
Não tenho mais como fugir, só me resta agora,
fazer as vontades do meu coração.
Deixar que ele comande os meus caminhos, e viver o resto dos
meus dias ao seu lado.
Beijo na Ponta do Nariz

domingo, 14 de junho de 2020

Amor...
O que faz esse sentimento ser tão intenso assim a ponto de despertar no coração da gente um alerta sonoro que não dá pra controlar? Surdo, cego e mudo! 
Assim se define o amor como também usamos a palavra afeto em seu lugar. 
Mas o amor é a essência de tudo. Tudo que se iniciou. 
Amor não tem controle, não tem barreira, não tem preconceito, cor... 
Amor não é completamente aquela certeza, aquela palavrinha chave que você pode destacar num texto e abreviar. Amor tem o seu momento, sua hora, seu tempo certo. 
Amor faz a cabeça virar, pensamentos voar... É sublime. É eterno. É satisfatório.
Dizem que amor é ilusão, uma máscara que se põe hoje e amanhã é substituída. Uma máscara que ás vezes se coloca e não tira. Mas ela cai sozinha.
Amor nos faz pensar em coisas tão banais. A gente recorda de momentos bons da vida. A gente planeja com aquela confiança de que tudo dará certo. Pode ser ilusório, fatal, mal compreendido, desconhecido, exagerado, fiel, verdadeiro, bagunçado, estranho... mas mesmo assim é amor. Sendo passageiro, imortal, descrente, confuso... ainda assim não muda nada. 
É amor!!
Este sentimento que causa dor mas ao mesmo tempo traz prazer e alegria.
Este sentimento que a gente se entrega de corpo e alma sem saber o que vai acontecer em seguida.
Amor é a prova de tudo. É união. Parceria total de duas pessoas que fazem um pacto de vida.
E se ele não for correspondido, meu Deus! Não tem como evitar que caia uma lágrima por causa disso.
E no final das contas, ele permanece em silêncio mantido onde sempre esteve. Naquele coração triste e sozinho, que ás vezes bate por alguém, mesmo enfraquecido e que lamenta por ter perdido aquela intensidade que sentia por uma pessoa que nem deu valor à ele.
Mas afinal de contas, existe mesmo dois tipos de Amor? Ou os dois são os mesmos?
Existir existe. Amor incondicional e amor intenso.
Tem gente que confunde muito né?
O incondicional representa aquele amor fraterno. Aquele amor que um amigo sente pelo outro. Amor com respeito e fidelidade. Um sentimento de confiança que faz aquela amizade se tornar forte o suficiente, para que nada consiga abalá-lo.
Já o intenso diz tudo que duas pessoas apaixonadas sentem um por outro.
Esse transforma mesmo uma relação. Não tem jeito.
Tem gente que se mata por ele.
Tudo por culpa dele. Culpa desse amor bandido, sofrido, inconsequente que invés de amar a pessoa certa, sempre chama a atenção da pessoa errada.
O cupido do amor mira a sua flecha, mas nem sempre existe um alvo certo.
Pode ser coisa do destino ou mistérios de Deus, mas existe sempre algum significado importante que podemos aprender com o passar do tempo. O amor também nos ensina.

Apenas me Beije!

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Quem és tu?
Os dicionários a definem como boas recordações
lembranças gratas de alguém
Mas eu vou além..
Pois há saudades em mim
e só você pode curá-la.
Falo da saudade como dor
Sentimento que tenta me desacreditar
enfraquecer e desistir.
É a presença da sua ausência
Um vazio impreenchível
A prática da solidão
Um inverno em plena primavera
É nada fazer sentido
Tudo parece estar confuso
O ar parece não ser suficiente
É te ver em todos os lugares
Te sentir em todos os cheiros
Pensar em você a cada passo do ponteiro dos segundos
É ler cartas antigas
Relembrar fatos inesquecíveis
Sorrir sozinho de momentos felizes
É repetir dezenas de vezes a nossa música
e ensaiar frases de amor para lhe dizer um dia quando estivermos juntos
É imaginar que naquele momento você pode estar pensando em mim
e o que você anda fazendo agora
Se há sorrisos nos teus lábios ou lágrimas em seus olhos
É, esta saudade é capaz de me matar!!
Preciso de você por perto, do meu lado e na minha vista
Estarei te esperando o tempo que for
Já tenho a melhor roupa separada, a sua comida preferida
e uma canção de amor pra tocar no momento certo
quando a gente estiver juntos na cama.
Eu idealizo o primeiro abraço, a primeira troca de olhares
e as primeiras palavras
Penso em qual será a primeira sensação
Até dá frio na barriga!
Mas eu espero que tudo seja real e perfeito
pois viver sem você é experimentar um vazio sem fim
Mas prefiro agora acreditar que você está a caminho
vindo em minha direção com esperanças de um futuro bom
e ao abrir a porta, eu verei teu sorriso
Ai terei certeza de que como foi bom te esperar
Ver que valeu a pena!
Saber que vamos construir algo juntos me satisfaz.
E hoje mais uma vez, te digo: EU TE AMO!
Os planos que te envolvem se realizaram
a partir desse encontro
e a saudade que apertava meu coração dissipará por completo.
A minha felicidade é você meu anjo!
Meu amor por você é intenso o bastante 
para não existir outro significado.

Pegada

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Fica em casa!
É desse jeito que começo
Escrevendo estes versos.
Por favor, te peço!
Sei que parece desespero,
Mas é apenas cuidado mesmo.
Eu quero te ver bem.
Protegida.
Enquanto essa fase não cessar,
A gente precisa se distanciar.
Não tem abraço, nem beijo
Mas ainda existe amor a zelar.
E por conta desse sentimento,
Acredito que esse período vai passar.
Poderei ver seu sorriso pessoalmente
E sua mão à me tocar.
Ainda bem que consigo te ligar.
Te ver através de uma vídeo chamada
Faz meu coração disparar.
Não fique triste!
Tudo isso vai passar.
A pandemia pode nos separar,
Mas não vai afastar
O amor que eu tenho pra te dar.

Interatividade

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Me sinta dentro do seu coração
da sua mente,
tatuado em seu corpo
me sentindo pulsando alegremente.
Quero estar no brilho dos teus olhos
para que os meus se encontrem aos seus
Para que a nossa história comece
e não tenha fim.
Ser o teu objetivo, o teu bem-querer
A força que rege teu universo
Teu mundo de perto,
A loucura de um abraço apertado
A rima perfeita de um verso
O toque prazeroso de suas mãos com as minhas
A sintonia perfeita de uma melodia
Me sinta dentro do seu coração
da sua mente,
tatuado em meu corpo
te sentindo pulsando alegremente.
Quero me encontrar no brilho dos teus olhos
Para que a nossa história continue
Para que os objetivos não se acabem
Para que o meu mundo seja perfeito
E idealize nós dois juntos
Tão perto, tão cada vez mais próximos
sentindo-se um ao outro
Mesmo abraçados, obstinados
aproveitando cada segundo de amor ao máximo.

Momento

domingo, 13 de outubro de 2019

Confesso que já pensei em desistir. Pensei até em sair daqui e largar tudo por causa de você. Tantas vezes eu deito na minha cama e lágrimas rolam quando lembro de você. Quando lembro dos momentos que podiam ser compartilhados juntos. Quando lembro de tudo que ainda não vivi com você.
E o engraçado disso tudo é que a gente ainda não se viu, não se tocou, ou seja, não houve nada.
Como o meu pensamento pode estar ligado em você se nem te conheço pessoalmente?
Se nunca convivi com os seus defeitos e qualidades. Se nunca estive próximo o suficiente para lhe dar apoio quando você se sentir triste. Se nunca estive tão perto nem para lhe dar aquele abraço apertado e poder dizer frente a frente o quanto a amo de verdade. Mas creio que amor verdadeiro é basicamente isso que estou vivendo. Bem, se não for amor, será o que hein? Atração? Desejo? Fantasia alucinada da minha mente dizendo que ela é a pessoa certa pra minha vida e que com certeza serei feliz? Absolutamente nada sei sobre o que sinto.
É tão confuso e ao mesmo tempo emocionante. Eu olho para a sua foto e imagino uma porção de coisas. Coisas que eu pretendo realizar. Coisas que nunca imaginei pensar. E a vida segue desse jeito. Eu aqui e você aí. Distantes. Separados por uma ponte que se eu tentar passar, terei que me esforçar ao máximo e principalmente ter coragem pra enfrentar o tráfego do trânsito. Mas isso não importa. Eu enfrento. Mas e você? Será que você enfrentaria comigo? O que eu acho incrível é que apesar da distância, a vida sempre impõe alguns empecilhos no caminho. A gente fica imaginando milhares de coisas sem sentido. E quando a saudade aperta fundo o peito, não tem como evitar. Fico louco pra pegar o telefone e te ligar pelo menos pra poder ouvir sua voz. Ás vezes o sentimento bate tão intenso que me faz vir pra frente do computador e transmitir tudo que estou sentindo para criar um pequeno ou imenso texto, simplesmente pra poder mostrar à você que sem querer por livre e espontânea vontade de ler alguma coisa, veja e imagina a situação que estou vivenciando aqui dentro, mantido dentro desse meu coração. Eu sei que é chato ficar postando direto essas coisas de romance e tal, mas eu não consigo parar de escrever. Pode passar o tempo que for, mas essa pessoa vai ler. Ela vai entrar nesta página e vai ler do início ao fim e assim vai poder tirar mais conclusões a respeito. O que eu posso fazer se não consigo te esquecer não é mesmo?
Confesso que já apareceu pretendentes de perto querendo ficar comigo, mas quando se refere à você, as coisas se tornam muito diferentes. Pode aparecer! Não ligo. Mas será que eu daria aos outros o mesmo sentimento que estaria dando à você? Acho difícil.
Por três motivos: 
1. Você surgiu no momento que eu mais precisei. Apareceu na hora e no dia certo. 
2. Apesar da gente ainda não se conhecer, o que eu acho um absurdo, você me fez enxergar o mundo outra vez. Me traz inspiração e me tira um sorriso sempre. Sempre a gente se comunica e fica ciente da vida um do outro. 
3. Ter conhecido você foi a melhor fase da minha vida. O destino nos colocou pra cuidar um do outro. Você precisa de apoio e de alguém que te faça feliz e eu também preciso. Coincidência? Talvez. Mas propriamente digo Destino.

Eu quero que você confie em mim assim como eu confio em você! Eu quero te fazer feliz da forma que você espera ser. Por mais longe que estejamos um do outro, eu te sinto vivo dentro de mim. E de forma alguma eu não vou te esquecer. Acredite ou não, você me faz feliz! Eu amo você!

Você é o meu Fechamento

sexta-feira, 21 de junho de 2019


Kathleen se afasta de Wellington e pede:
- Nunca mais me procure!
- Kathleen!  - Ele a chama vendo-a sair depressa com o filho e a amiga.
Chegando em casa, Kathleen se lamenta e deixa o filho com Keyla que não entende o ocorrido
- Aconteceu alguma coisa, maninha?
- Por favor, me deixa sozinha! - Ela fecha a porta.
- O que houve Vinícius? - Keyla pergunta ao menino que responde.
- Mamãe beijou Wellington na rua.
Em seu quarto, Kathleen vê a foto de Wellington e a pega cuidadosamente.
- Por que ele está fazendo isso comigo?
A cena do beijo não sai de sua cabeça.


Pensativa

Dias depois, Hiroshi encontra seu pai Takiro que o encara furioso.
- Por que mudou os seus planos?
- Pai, eu não imaginei que encontraria uma pessoa por lá.  Eu me apaixonei. Acontece com qualquer pessoa.
- Você sabe que eu não permito esse namoro.
- Pai, eu pensei que o senhor já tinha me entendido. Eu amo a Kathleen e vou me casar com ela.
- Será que você não vê que isso é loucura? Ela tem um filho de outro homem.
- Um filho que se dá muito bem comigo.
- Pode até ser, Hiroshi, mas não vai lhe trazer futuro. Seu plano era conhecer o Brasil e a sua origem. Quero que esqueça aquela mulher.
- Jamais! O senhor não pode mandar e desmandar no meu coração.
- Isso é uma ofensa! É uma desonra a nossa família!
- Pai, eu já estou certo da minha decisão. O senhor e ninguém vão me afastar da Kathleen.  -Diz ele, determinado.

Uma semana depois, Estela chega ao Japão e procura Takiro em seu escritório. Os dois se encontram.
- Oi, meu nome é Estela Grimaldi.
- Prazer. Takiro Takamura.
- É um prazer conhecê-lo, senhor Takiro!
- O prazer é todo meu. Mas que motivos a trazem aqui em Tókio?
- Senhor Takiro, eu vou ser bem objetiva. O assunto que me traz aqui é relacionado ao seu filho.
- Algum problema? O que ele fez dessa vez?
- Ele namora uma brasileira, não é mesmo?
- Sim.  Mas e daí?
- O fato é que essa brasileira é uma golpista.
- Golpista?  -Ele se pasma. - Senhorita Estela, acho que nossa conversa será longa. Portanto, irei pedir um café. Aceita me acompanhar? - Ele se levanta da cadeira.
- Claro.  - Ela se alegra.
O japonês sai da sala e Estela pensa com seus botões:
“Eu vou acabar com você, Kathleen! Pode ter certeza disso!”
Minutos depois, Takiro retorna à sala com dois copos de café e serve à jovem, que aceita gentilmente.
- Senhorita, pode me contar agora! Eu sou todo ouvido!
- Obrigada, senhor Takiro. Bom, o fato é que Kathleen não merece o seu filho Hiroshi.
- Bem, me desculpa te perguntar isso, mas o que essa jovem fez a você?
- Parece meio estranho eu atravessar a metade do mundo pra te dizer o que essa Kathleen representa para o seu filho, mas eu quero que saiba, senhor Takiro, que eu não estou vindo à toa. Eu tenho meus motivos pra querer afastar uma leviana do caminho de seu filho.
- Eu ainda não entendo aonde quer chegar com esse assunto?
- Senhor Takiro, a Kathleen está usando o seu filho. Ela não o ama de verdade, como diz amar. Ela anda afastando o meu futuro noivo de mim, pois eles já viveram uma história juntos. Simplificando, ela usa o meu noivo e o seu filho.
Takiro ouve atento cada palavra de Estela, que não hesita em disfarçar nada. Após alguns segundos, ele se exalta.
- Eu não vou permitir que essa golpista estrague a vida do meu filho. Você acredita que depois que Hiroshi conheceu essa mulher, ele está totalmente diferente comigo.
- O senhor está certíssimo, senhor Takiro! Se o senhor quiser contar comigo, eu estou disposta a ajudá-lo no que for.
- Obrigado por ter vindo até aqui pra me alertar sobre essa mulher.
- Não tem que me agradecer. Eu fiquei preocupada com o que Kathleen iria fazer na vida de seu filho. Aliás, ele está tão apaixonado. Não é mesmo?
- Sim. Você tem razão. Ele anda apaixonado até demais pelo meu gosto. Mas não se preocupe, com Hiroshi eu tomo minhas providências. Agora, eu quero o mais rápido afastar essa Kathleen dele de uma vez por todas.
- Senhor Takiro, eu espero que a nossa conversa não seja pronunciada a Hiroshi. Ele jamais aceitaria a realidade dos fatos.
- Eu entendo. - Ele diz, apertando as mãos de Estela.
- Foi um grande prazer conhecê-lo!
- Igualmente, senhorita! - Ele responde.
De repente, Yuko aparece na sala e Takiro a apresenta à Estela.
- Esta é Yuko. Ela foi namorada do meu filho.
- Hum. Prazer, Estela Grimaldi! -Diz a jovem sorrindo por dentro.

Um tempo depois, Hiroshi chega ao Brasil com o seu pai e Kathleen os encontram no aeroporto internacional Afonso Pena.
- Eu estava morrendo de saudades suas, Hiroshi! Eu e Vinícius.
Hiroshi encara sério o jeito de Kathleen e diz ao pai:
- Eu preciso ficar sozinho, meu pai!
- Claro, meu filho! - Ele responde.
Kathleen estranha a atitude do rapaz e comenta:
- Hiroshi, esse é o seu pai?
- Sim. - Interfere Takiro. - Eu sou o pai dele. Meu nome é Takiro.
Hiroshi fica em silêncio.
- Prazer em conhecê-lo, senhor Takiro. Meu nome é... - Ia dizer ela, quando ele responde.
- Eu já sei qual é o seu nome. Filho, eu vou deixá-lo à sós. – E se afasta friamente.
- Hiroshi, o que deu nele?
- Kathleen, podemos conversar?
- Claro, mas que cara é essa? O que houve?
- Eu preciso saber de uma coisa e só você pode me dizer.
- Tudo bem. Então, fale!
- Você ama o Wellington? -Ele pergunta.
- Como? - Ela fica assustada, pois a pergunta bate no fundo da alma. - Eu não entendo, Hiroshi.
- É claro que você entende Kathleen. E não se finja de sonsa porque você não é. Você ama esse tal de Wellington ou não?
- Hiroshi, porque não conversamos sobre isso em outro lugar?
- Chega! Pára com isso, Kathleen! Eu quero a resposta! Olhe no meu rosto e diga que gosta dele de verdade.
Kathleen fica sem saída no ato e seu silêncio parecia dizer algo.
- Você o ama, não é? Como eu sou tão idiota em lhe perguntar uma coisa, que eu sei qual é a resposta. Talvez, isso prove a minha certeza! - Ele tira do bolso algumas fotos recentes e Kathleen fica indignada.
- Como isso foi parar aí?
- A pergunta certa é: como eu fui tão idiota em ter acreditado no seu amor?
- Hiroshi, eu não queria! Eu juro! - Diz ela, pegando as fotos.
- Fique com elas. São todas suas. - Diz ele.
- Por favor, Hiroshi! Eu te amo muito e o que rolou entre eu e o Wellington não foi nada sério. Eu não o amo como amo você!
- Pára de mentir pra si mesma! Chega! Será que você não percebe que está tudo terminado entre a gente.
- Não!! Não faz isso comigo! - Ela se angustia.
- Kathleen, eu jamais vou ganhar um lugar no seu coração. Sabe, eu devia ter seguido os conselhos do meu pai e não deveria ter me prendido a você. Bom, como as coisas não saíram conforme eu planejei, então segue sua vida Kathleen que eu seguirei a minha.
- Hiroshi...
Ele se afasta devagar.
Kathleen se lamenta sozinha com as fotos e culpa Wellington, pensativa.



Já na escola, os ensaios continuam sob a supervisão da professora, que ensina os estudantes a dançar. Cecília ensaia com Ariosvaldo e Daisy se sente enciumada. Mel fica na expectativa de que a sua melhor amiga se dê bem com o estudante.

Kathleen chega em casa aos prantos e Sheyla, que ajudava nos afazeres da casa, fica assustada com a amiga.
- O que houve contigo?
- Mamãe, por que está chorando? - Vinícius interfere.
Kathleen abraça o filho e diz, sofrida:
- Eu vou cuidar de você, meu filho. Eu jamais vou precisar de homem nenhum nessa vida.
- Amiga, por que está dizendo isso? - Sheyla fica assustada mais ainda.
- Os homens não prestam. Nenhum deles.
- Tudo bem, mas conte o que realmente houve contigo, mulher?
- Hiroshi não quer mais saber de mim e tudo por culpa do Wellington.
- Mas ele parecia tão legal e tão apaixonado. O que fez mudar de ideia?
- Eu traí ele, Sheyla. Deixei-me levar pelo Wellington e acabei perdendo o amor de Hiroshi. Foi isso que aconteceu!
- Eu sinto muito, amiga. E agora, o que você fará?
- Eu não quero mais ninguém nessa vida. Prefiro ficar sozinha com o meu filho, que eu ganho mais. Cansei de ser humilhada.
Sheyla consola a amiga e Vinícius comenta:
- Não, mãe! Deixa que eu cuido da senhora. - Aquelas palavras lhe traz um belo sorriso de ambas.

Dias depois, a festa do rei e da rainha da primavera acontece. Todos os alunos dançam com o som alto da festa. Ariosvaldo e Daisy curtem a noite e Cecília respira fundo. De repente, a professora inicia a formação dos casais e os estudantes procuram seus pares. A música lenta começa a rolar.
Ariosvaldo e Cecília se posicionam de frente ao outro e começa dar os primeiros passos no chão. Cecília se alegra por dentro ao dançar pela primeira vez com o rapaz em uma festa da escola, pois nunca teve essa oportunidade.
- Eu não sabia que você dançava tão bem. -Diz ela.
- Nem eu jamais imaginei que estaria dançando. Nunca fiz isso com ninguém.
Daisy percebe de longe a aproximação.
- Você é um cara legal. Quero ser pra sempre a sua amiga!
- Você também é legal, Cecília! É a menina mais simpática que eu havia conhecido.
- É uma pena que nós dois nos distanciamos um pouco.
- É melhor essa distância. Eu estou com a Daisy e não quero estragar o que está sendo bom pra mim.
- Eu entendo perfeitamente.
- Mas a nossa amizade continua firme e forte.
- Ainda bem, né? Eu me sentiria culpada se tivesse perdido até isso. Já lhe causei tantas mágoas no passado.
- Não quero falar sobre isso.
- Mas eu cometi, Ariosvaldo! Eu fui tola em não ter percebido o quanto você é uma pessoa bacana, verdadeira. Eu te perdi porque fui burra, insana, uma completa idiota.
- Cecília, você não está bem. Acho melhor pararmos por aqui.
- Espere! Desculpa por ter falado tudo isso. Mas eu precisava dizer o que estou sentindo por dentro.
- Por que se importa comigo agora? - Ele se afasta um pouco. - Antes, me jogava na cara que não se importava com o que eu fazia e o que eu deixava de fazer. Agora mudou a sua opinião. O que houve hein? Cansou de ser a queridinha da turma, a nota dez da escola? Cansou de ser a estudante CDF que passava em todas as matérias?
- Eu mudei como você mudou, Ariosvaldo! Antes, eu era uma garota mimada, sim. Popular da escola. Mas hoje eu sou diferente, eu penso diferente. Eu estou disposta a corrigir todos os meus erros. Eu sou humana, poxa! Quem não erra nessa vida?
Daisy percebe Ariosvaldo está um pouco diferente com ela.
- Cecília, eu não me importo com a sua mudança.
- Eu não acredito nisso, Ariosvaldo! Eu sei que ainda existe um coração aí dentro que ainda bate pela minha pessoa. Você que não quer reconhecer a paixão que ainda sente no seu íntimo.
De repente, as luzes se apagam e a música pára. Cecília aproveita o escuro e tasca um beijo em Ariosvaldo que se rende. Daisy liga a lanterna do seu celular e flagra os dois. As luzes voltam.


Surpresinha

- Você está a fim de roubar o meu namorado, Cecília? - Ela se zanga, fazendo todos pararem.
Cecília fica imóvel e Ariosvaldo não responde palavra alguma.



Atenção: Para dar continuidade a leitura de "Encontros Casuais", a obra está disponibilizada nos seguintes links:



segunda-feira, 17 de junho de 2019


Sempre observando tudo ao seu redor com um sentimento de repulsa e nariz empinado, Estela pergunta:
- Bom, eu posso entrar? – Diz parada na porta da casa de Kathleen, que fica insegura com a sua visita.
- Claro. Fique à vontade.  -Ela responde, deixando-a entrar.
- É uma bela casa. Simples e bem bonitinha. -Cercando os olhos ao redor da casa, ela observa o menino sentado no sofá com alguns brinquedos em volta. - Seu filho?
- Sim.  Ele se chama Vinícius. E minha casa é simples mesmo. Só me desculpe a bagunça. Eu não estou acostumada a receber visitas tão finas como você em minha casa. - Ela responde a sua pergunta gentilmente.
- Kathleen, eu vou direto ao ponto. Sem rodeios.
- Sim. Diga! -Ela tenta se manter calma.
- O motivo de eu estar aqui em sua casa é referente ao Wellington.
- Bem, eu não entendo o que quer dizer.
- Você vai começar a entender melhor o assunto depois que me ouvir. Podemos conversar?
- Sim. Sente-se que eu vou preparar algo. -Ela tenta não desviar o assunto e decide ir pra cozinha.
- Não será necessário querida. Eu serei bem rápida e clara. - Ela a detém por um segundo.
- Tá bom! Diga o que queres!
- Eu gostaria de lhe avisar para não se enganar com o Wellington. Ele é charmoso, boa pinta, mas no fundo adora se aproveitar de jovens inocentes como você. -Ela responde, objetiva.


Discussão

- Por que está me falando isso, Estela?  Eu não tenho nada com o seu namorado.
- Eu apenas estou te alertando, Kathleen. Quero ser a sua amiga.
- Desculpe, mas eu preciso cuidar do meu filho e não estou a fim de amizades.
- Entendo. Só espero que o Wellington não lhe faça sofrer, porque eu estou farta de ser enganada por ele. E pense direitinho no que eu te disse: você pode achar que ele é a pessoa certa, ideal pra cuidar do seu filho e da sua casa simplesinha mas eu te garanto: Ele não é, Kathleen! Ele é um homem cheio de defeitos como qualquer pessoa no mundo. Enfim, ele não é o príncipe encantado que você espera, não!
- Estela, eu não entendo a sua visita em minha casa. Por que você acha que eu tenho algo a ver com esse assunto?
- Querida, não se engane a si mesma. Eu sei reconhecer quem está encantada por alguém. Está escrito na sua testa que você gosta do Wellington, mas como você pode ver, eu também estou na luta.  Eu era como você, Kathleen, coitadinha, inocente. Eu fui e não sou mais. Eu só te aviso uma coisa: fique longe dele, porque senão, você vai se ver comigo. Wellington tem dona e só eu sei cuidar dele direitinho. -Diz Estela, saindo da porta afora. - Espero que você reflita em tudo que lhe disse. Eu não gosto de perder Kathleen. Eu não sou mulher pra perder nada. Wellington pode fazer qualquer uma de trouxa, mas eu sei jogar o meu jogo direitinho e pode ter certeza: com ele ninguém fica! Até mais!
Kathleen engole a seco cada palavra e fecha a porta transtornada.

Alguns dias depois, Ariosvaldo chega à casa de Daisy e a leva até à festa de aniversário de um amigo seu chamado Pietro.  Chegando por lá, Pietro, o aniversariante os cumprimentam, quando Cecília também resolve aparecer.
- Parabéns!  -Ela chega, o cumprimentando na frente de todos.
- Obrigado por vir, Cecília! E a Mel? Ela não vem?
- Sim. Ela deve estar chegando por aí.  -De repente, ela observa o casal ao lado e resolve cumprimentar também.  -- Oi, Daisy! Oi, Ariosvaldo!
- Oi, Cecília! - Só ele responde, deixando Daisy do seu lado, enciumada.
Cecília sai devagar e Daisy decide interrogar Ariosvaldo.
- Por que ela está aqui?
- Ela foi convidada pelo Pietro também. Esqueceu que os dois já foram namorados?
- Não, Ariosvaldo. -Diz ela chateada.
- O que está havendo meu amor? Eu não tenho culpa que ela está nessa festa também.
- Eu sei disso. Eu só acho que não gosto do jeito como ela olha pra você.
- Você é muito boba sabia?
- Eu boba né? Ariosvaldo, vai ver o seu destino é ela e não eu.
- Se você voltar a repetir isso, eu saio, ok!  -Ele muda.
- Desculpe.  -Ela pede, envergonhada. -Eu não quero que você mude comigo. Eu estou feliz e quero continuar assim.
- Que bom né? -Ele responde, sério lhe afagando os cabelos negros.
Daisy aproveita o embalo da música e o beija nos lábios, tentando fazer aquela pequena discussão ser esquecida no ato.

Cecília se sente sozinha na festa e Mel percebe, ao chegar ao local.
- Parece que a festa não está nada boa pra você, hein?
- E não está mesmo.  -Ela revela, descontente.
- Por que está triste?
- Por que eu só faço bobagens, Mel.
- É o Ariosvaldo, não é?
- Poxa, está tão visível assim?
- Cecília, minha amiga. - Ela a abraça carinhosamente. - Por que você não muda a sua atitude hoje? Vá se divertir, encontrar alguns carinhas bacanas. Desencalha dessa ideia de reconquistar quem já está perdido, ora. Vai lá falar com o Pietro novamente! Vocês podem se acertar de novo.
- Tem razão. Eu sou uma tola mesma por achar que ainda posso conseguir algo com o Ariosvaldo. Mas não quero mais nada com o Pietro. Eu não estou mais a fim dele como estava antes.
- Você merece ser feliz, Cecília.
- Mel, eu cometi um erro com o Ariosvaldo. Jamais enxerguei a pessoa bacana, sincera nele. Aliás, eu me diverti com o sentimento dele. Eu deixei que ele sofresse por minha pessoa. Sinceramente, tenho raiva de mim mesma.
- O leite está derramado, Cecília. Não tem mais nada a fazer. Você mesma causou isso tudo. Não teve um dia na escola que ele te cercava, te mandava cartas que por sinal eu acho que foram parar no lixo…
- Não amiga! Eu guardei cada uma delas, mas nunca contei pra ninguém.
- Cecília, porque você brincou com o sentimento dele então? Você foi egoísta consigo mesma!
- Eu sei disso, amiga.  Eu sei que o amor dele, eu já não tenho mais mesmo. Eu perdi essa chance. Hoje eu estou reconhecendo isso!
- Então, por que não muda esse rosto e levante-se pra vida? - Aconselha Mel, disposta a ajudá-la no que for pra tirá-la daquele sentimento ruím. - Escute aqui: promete que não vai atrapalhar o relacionamento dele com a Daisy?
- Não amiga. Jamais me passou pela cabeça isso! Eu quero que eles sejam felizes. Obrigada por ser minha amiga de verdade viu? - Ela agradece, contente.
Mel a abraça carinhosamente.


Triste Olhar

Enquanto isso, Hiroshi diz a Kathleen que vai viajar para o Japão amanhã bem cedo e os dois decidem aproveitar o dia juntos. Estela pede ao detetive para lhe informar sobre o namorado novo da jovem, que anda desviando a atenção de Wellington e ela descobre que o turista é japonês, vindo do exterior.  Já Wellington decide procurar Kathleen novamente, mas um telefonema o impede de sair.
- Alô!
- Oi, Wellington!  Sou eu, Estela!
- Oi, Estela! Tudo bem?
- Tudo. Eu estou te incomodando?
- Não. Eu apenas iria sair um pouco. Mas não tem problema.  Diga-me o que quer?
- Eu só liguei pra te pedir desculpas. Eu fui muito grossa com você e não foi legal a nossa conversa. Você me perdoa?
- Claro. Eu também fui grosso contigo.
- Wellington, vamos tentar sermos apenas amigos?
- Amigos? - Ele se encabula. - Claro!
- Ótimo, porque eu achei que eu tinha perdido até isso.
- Não. Você não perdeu a nossa amizade.
- Eu entendo os seus motivos agora. Eu refleti muito sobre a nossa relação e acho que fizemos a coisa certa, embora, eu ainda tenho esperança de que ficaremos juntos outra vez.
- Estela, não dá mais. Esqueça essa esperança.
- Claro!  Você ama outra pessoa, não é mesmo?
- Sim. Agora, eu estou convicto disso.
- É uma pena, Wellington! Eu te desejo sorte nessa sua nova iniciativa.
- Obrigado, Estela!
- Bye! - Ela desliga o telefone e pensa com seus botões. - Você ainda vai ser meu, nem que eu tenha que acabar com a vida dessa mulherzinha.

No dia seguinte, Hiroshi parte rumo ao seu país e deixa Kathleen desolada com a sua partida.
De volta pra casa, ela encontra o pai Ezequiel acompanhado de Yoná que a apresenta.
- Essa é a Kathleen, minha filha!
- Prazer em conhecê-la! Sou Yoná.  - A gentil mulher revela.
Kathleen fica feliz pelo pai ter arranjado uma pessoa em sua vida.
Ezequiel aproveita e apresenta o neto a sua amada também, fazendo Keyla da cozinha, sorrir à toa.

Na escola, a professora de educação física decide fazer um concurso de dança que vai eleger a rainha e o rei da primavera e organiza os sorteios de pares. Ela anuncia o primeiro casal que vai participar da festa e todos ficam na expectativa.
- O primeiro nome que vai ser contemplado é Cecília! -Ela ecoa em voz alta, fazendo a jovem sorrir alegremente.  - E o rapaz que vai dançar com ela será...
Os meninos ficam ansiosos pra ouvir a resposta.
- Ariosvaldooo! - Ela revela.
Ariosvaldo não esperava por isso, mas também não fica triste, aliás, ele desejava muito um dia dançar com o seu grande amor, porém ele está num beco sem saída, pois Daisy não gostou muito dessa decisão.
- Parece que você tirou a sorte grande! - Ela diz, distante dos outros.
- Daisy, não fica chateada. Foi apenas um sorteio.
- Eu sei, mas tinha que ser justamente com ela.
- Daisy, você confia em mim?
- Sim. Por que essa pergunta?
- Por que às vezes, eu sinto que você não confia em mim.
- Desculpa!
- Tudo bem! Eu vou dançar com a Cecília, mas não vai passar disso, tá legal!

Mel se aproxima de Cecília e diz:
- Essa é a sua chance! Parece que o destino está ao seu favor.
- Mesmo assim, eu não quero!
- Como assim? - Ela se surpreende com a resposta.
- É isso mesmo que você ouviu! Eu não quero me aproveitar de uma situação que não tem nada a ver comigo.

Nesse ínterim, Irineu diz a Nair que jamais esquecera do passado que viveu com ela e Rubi ouve da escada.
- Você precisa entender que amo meu marido e sou fiel a ele.
- Eu tento entender o seu lado Nair, mas eu não consigo te esquecer. Poxa, eu ainda sinto saudades daqueles velhos tempos.
- Você está me complicando Irineu! Eu tenho uma família agora e você precisa encontrar uma pessoa que lhe faça feliz e que corresponda ao seu sentimento. Esquece o passado pelo amor de Deus!
Rubi ouve o diálogo e fica chocada.
- Eu não acredito no que meus ouvidos ouvem. - Ela fica pasma.
De repente, Teófilo chega e encontra Irineu e Nair na sala.
- O que ele faz aqui?
- Teófilo, já conversamos.  -Diz Nair.
- Eu quero ele fora da minha casa.
- Irineu só sai daqui se eu permitir.
- Ah, é! Então, você está fora também!
- O que? Eu não entendi!
- Nair, eu quero você e o seu primo fora dessa casa agora.
- Teófilo, que loucura é essa? - Se intriga Irineu.  - Não pode mandar sua mulher ir embora assim.
- Irineu, você fica quieto, ok!
- Eu não vou sair daqui, Teófilo!  - Se ira Nair.  - Eu tenho meus direitos.
- Irineu, fora da minha casa!  -Diz Teófilo, nervoso.
- Teófilo, eu não sabia que você se tornaria uma pessoa ruím. - Diz Irineu saindo da porta afora.
Nair decide segui-lo e Teófilo senta no sofá. Rubi se diverte com a situação.
- Irineu, me desculpa!  -Diz Nair, preocupada.
- Nair, eu é que peço desculpas. Eu não devia ter entrado na sua casa. Eu sou o culpado por causar essa situação toda.
- Não!  Eu não quero que você se sinta desse jeito. Teófilo é rude, ignorante, mas se levar ele numa boa, ele é uma pessoa legal.
- Nair, não me tente convencer de que tudo ficará bem entre nós.  Seu marido me odeia. Isso é fato. Não vai mudar.
- Mesmo assim, eu peço desculpas.
- Nair, você não tem culpa do que aconteceu aqui.
- Irineu, pra onde você vai agora?
- Quem sabe, pra um hotel próximo daqui. Não se preocupe, eu ficarei bem.
Nair abraça Irineu e diz:
- Eu espero que você não fique chateado comigo.
- Mas que loucura é essa?  Nair, espero que você seja feliz e que preserve o seu casamento. Eu me sentiria um idiota completo se você sair dessa casa e se separasse do Teófilo.
Nair entende aquelas palavras e se lamenta.
Irineu sai e Rubi olha da janela.
- E aí, Nair? Não vai sair dessa casa, não?
- É impressionante o seu cinismo.  Mas como você me perguntou, eu não vou sair daqui, não! Você pode comprar uma dúzia de ramalhetes, mas nenhuma delas irá acabar com o meu casamento.
- Ramalhetes? Você está doida.
- Pensa que eu não sei, Rubi. Seu pai é um cego. Quando ele realmente enxergar a filha que tem, jamais lhe perdoará. Você será banida dessa casa e dessa família e eu não vou estender a minha mão pra te ajudar.  -Diz Nair, entrando de novo em casa.

Wellington reencontra Kathleen na praça e Sheyla decide passear com Vinícius, deixando a sós.
- Por que voltou a me ver?
- Por que eu senti a tua falta.
- Wellington, será que não entendeu ainda que eu não estou a fim de ficar contigo?
- Sem você na minha vida, nada faria sentido!  -Ele diz, se aproximando rapidamente e a beijando nos lábios.


Juntinhos

Sheyla e Vinícius ficam surpresos com a cena dos dois e o detetive tira fotos do casal disfarçadamente.

O detetive traz fotos de Kathleen com Wellington aos beijos a Estela que fica feliz.
- Obrigado, Matias! Chegou a hora de eu conhecer os japoneses.
- Bom, o meu serviço está feito! Agora é contigo!
- Eu sei disso! Mas não pense que terminou. O seu serviço ainda continua a minha disposição.
- Certamente, senhorita Estela!
- Agora, me dê licença! Tenho que fazer uma ligação.
O detetive sai e Estela disca o número.
- Alô! Eu gostaria de uma passagem para Tókio! Sim. Primeira classe. Não! É importantíssimo que eu faça essa viagem ainda essa semana. Ok!  - E ela reserva uma passagem em seu nome. - Já que Kathleen está tirando Wellington de mim, então o japonês precisa saber disso não é mesmo? Você está na minha mão Kathleen! - Ela reflete sozinha.

Ezequiel caminha com Yoná pela praça.
- Será que seus filhos me aceitariam?
- Que bobagem, Ezequiel! É claro que eles te aceitam.
- Eu fico inseguro com essa situação.
- Você me ama ou não?
- Mas que pergunta? É claro que eu te amo.
- Então, não se preocupe! Tudo vai dar certo!
Ezequiel sorri meio sem jeito e a abraça carinhosamente.

Enquanto isso, Nair tenta conversar com Teófilo e os dois se desentendem mais ainda. Arthur ouve a discussão e decide falar com a Rubi.
- Por que você nos odeia tanto?
- Arthur, me deixa em paz, tá legal!
- Você vai se arrepender do que está fazendo.
- Vai embora! Saia daqui, seu doente! - Ela o empurra da porta afora.
Arthur sofre com aquela humilhação e Nair sai do quarto.
- O que você fez com ele, Rubi?
- Nair, não torra a minha paciência.
Nair dá um tapa na face de Rubi, que vira. Teófilo segura Nair por trás.
- Isso é pra você nunca mexer com o meu filho.
- Você não podia ter feito isso. Você não é a minha mãe. - Grita Rubi.
- Sim.  Eu não sou.  Eu fico grata por não ser a sua mãe, porque se eu fosse, você não estaria desse jeito, Rubi. - Diz Nair, brava.
Teófilo fica perplexo com Rubi.
- Não grita com ela, Rubi! Será que não tem respeito nessa casa? Por que brigar com o Arthur? Ele é diferente sim, mas é normal como todos nós. Ele não tem culpa de ter nascido autista. - Declara Teófilo bravo, fazendo Nair se lamentar e Arthur sofrer ainda mais.
- Eu odeio todos vocês!  - Ela entra no quarto e bate a porta.
- Filho, você está bem? - Ela pergunta a Arthur que chora.  - Vai ficar tudo bem! Eu prometo!  Nem que eu tenha que sair dessa casa, mas vai ficar tudo bem.
Teófilo encara Nair e sai do quarto.

Nesse instante, Irineu decide passar num bar próximo pra beber um copo de cerveja quando Simone pede um copo também.
- Oi, você mora por aqui?
- Sim. Eu moro. E você?
- Não. Eu sou de Porto Alegre. Estou a passeio. Vim visitar a minha prima que mora aqui.
- E qual é o nome dela? Talvez eu a conheça!
- Nair. Ela é esposa de Teófilo.
- Ah, claro!  Eu a conheço bem.  - Diz Simone, alegremente.

A partir daquele momento, Irineu começou a achar que não havia motivos pra voltar pra Porto Alegre, pois seu coração marcara uma meta diferente.


Próximo Capítulo: 21/06 (20hs)

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