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  • QUANDO O INTERESSE FALA MAIS ALTO... EM BREVE

  • COM QUEM EU FICO?: AS BELEZAS DE ANGRA E PARATY/RJ

As histórias que são postadas aqui são de ficção, porém apenas pra degustação para que os leitores possam conhecer os personagens e a trama envolvida. Caso o autor tenha interesse em compartilhar um conteúdo na íntegra, o site lhe informará automaticamente, portanto não deixe de ativar nossas notificações pra ficar por dentro de cada novidade.
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Leandro Elesbão
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019


Beatriz a segura por trás e diz:
- Minha irmã não faça isso!
- Eu te odeio. – Mateus diz a mãe, ocultando o seu rosto. - Nunca mais eu quero te ver.
- Desculpa, filho! Você provocou isso.- Responde Betina.
- Fora da minha frente! -Ele grita.
Beatriz leva a irmã pra fora e deixa Mateus no quarto.
- Eu odeio a senhora. Eu odeio. -Ele fala alto, com as mãos tapando seus ouvidos.
Beatriz fica tensa com aquela situação e Betina fica cheio de raiva.

Nesse momento, um pressentimento bate no coração de Martha que desperta de um cochilo.
- Ah, o que houve?
- Senhora, está tudo bem? - Pergunta a empregada Dulce.
- Sim. Eu acabei dormindo.
- Eu vi. Não quis assustá-la.
- Não me assustou. O que está fazendo?
- Eu decidi fazer o bolo que a senhora mandou.
- Me esqueci completamente.
- Tem certeza que a senhora está bem mesmo?
- Sim, eu estou. A discussão com a minha mãe me deixou bastante confusa.

Pensamento

- Senhora, eu conheço uma pessoa que pode lhe ajudar á procurar seu filho.
- Quem? - Ela tira um café pra beber.
- Se a senhora acreditasse, eu a indicava.
- Não vai me dizer da vidente outra vez, né?
- Mas é dela mesma que eu estou falando.
- Eu já te disse que eu não acredito nessas previsões.
- Senhora, tenta. Talvez ela a ajude. Quem sabe o seu filho não está perto daqui.
- Tudo bem! Mas eu vou pensar no assunto, ok!
- Pensa com carinho, senhora. Ela resolverá tudo.
- Mesmo assim, não acredito em previsões, mas quem sabe, um dia, eu não posso acreditar, né? -Diz Martha, tomando um gole de café.
Mariana chega do hospital irada, fechando a porta com toda a força e Martha a estranha. A empregada fica assustada.
- Oh meu padre Cícero, o que houve com essa menina benza Deus? -Diz a empregada.
- O que houve? - Pergunta Martha.
- Aquela infeliz da Sandra outra vez!-Responde Mariana.
- Acho que você entrou num grande problema, filha.
- Mas isso não vai ficar assim, não. Eu vou fazer de tudo pra não perder o meu emprego na clínica. -Diz Mariana, que se recolhe aos braços da mãe.
- Fica tranquila filha! Tudo vai dar certo. -Diz Martha passando a mão em seus cabelos.

Adalberto encontra Vera em seu escritório.
- Você ainda por aqui? Pensei que estivesse em casa.
- Adalberto, eu preciso de um favor seu.
- Fale, Vera!
- Eu quero que você comece a jogar pesado contra Rubens.
- O que foi que ele fez agora?
- Ele não fez, mas se você der bobeira, ele vai fazer.
- O que está dizendo?
- Adalberto, meu genro. Abra os olhos com Rubens, pois ele está de olho no seu bem mais precioso.
- Vera, você está achando que ele quer pegar a minha mulher?
Vera sorri escancaradamente e diz:
- Por que? Você não acha o mesmo que eu? Eles foram namorados no início.
- Foi bem antes do meu casamento. Não devem ter nenhum sentimento oposto do que uma simples amizade.
- Então, por que ele voltou a freqüentar a minha casa de novo? - Pergunta ela, deixando ele sério.
Adalberto soca a mão contra a parede e olha para Vera sério.
- Você a viu com ela? - Pergunta ele.
- Não. Mas eu sinto que ela ainda gosta dele.
- Não é possível! Martha é minha mulher e me deve respeito. Ela jamais voltaria a pensar nessa hipótese outra vez.
- Deixa de ser idiota Adalberto! Rubens e minha filha já tiveram um caso no começo. Ela nunca esqueceu ele e vice versa. Minha filha se casou com você sem sentimento algum. - Diz Vera falando alto e deixando ele transtornado.

Augusta ouve boatos dos vizinhos sobre a visita do prefeito na sua rua e decide perguntar.
- Mas ele vem mesmo?
- É claro, amiga. Ele vai fazer uma visita naquela Pestalozzi que abriram perto daqui.
- Então é a minha chance. Eu vou falar com ele sobre a minha casa, que está rachando e sofrendo com alagamentos.
- Augusta, ele vai vir aqui por outro motivo.
- Não importa. Eu vou pedir uma casa nova á ele. -Diz a ansiosa mulher, esperançosa e crente de que vai conseguir algo com ele.
Os vizinhos se entreolham quietos.

Enquanto isso, Beth faz o almoço quando Vívian chega.
- O seu filho está?
- Não. Ele acabou de sair. Mas foi bom você ter vindo. Quer almoçar comigo?
- Não. Obrigada. Eu só vim falar com o Carlos.
- Vívian, também queria falar contigo.
- Sim. Diga! - Ela senta ao seu lado.
- Não está na hora de você deixar o clube?
- Como assim, Beth?
- Veja bem. O meu filho não concorda com o seu trabalho. Eu vejo nos olhos dele o quanto sofre por ver a noiva dançando pra outros homens.

Centrada

- É o meu trabalho, Beth.
- Existem outras oportunidades melhores. Você poderia ser uma secretária, uma auxiliar de enfermagem, uma lojista.
- Eu não quero outro emprego, Beth. Tudo o que sei fazer é estar em cima de um palco.
- Sei. Dançando e se exibindo para qualquer homem. Vívian, essa profissão não me agrada nem um pouco sabia?
- Desculpa, mas eu não escolhi a profissão pra agradar ninguém. Só a mim mesma.
- Então, o meu filho não vai ser feliz com você, Vívian.
- Eu e ele conversarmos á respeito.
- E o que ele acha dessa situação?
- Eu sei que ele não concorda, mas pra ficar comigo, tem que aceitar o meu trabalho.
- Não sei, não. Você disse que iria encontrar uma substituta, mas até agora, nada.
- Eu não achei ninguém que estivesse apta á me substituir.
- O fato é que você não quer largar o clube, Vívian. Essa é a verdade!
- Por favor, eu não quero discutir isso.
- Vívian, eu sou mãe do Carlos. Eu o conheço desde pequeno. Portanto, não o faça sofrer mais como ele está sofrendo, porque se você fizer isso, eu não te perdôo e ponho você pra fora dessa casa. -Diz ela, séria deixando a jovem com uma cara totalmente fechada.

Alguns dias depois, Marcos encontra Vívian sentada no palco.
- Aconteceu algo, Vívian?
- Sim. Eu não estou bem.
- Eu tô vendo. O que houve?
- Sua mãe me deixou sem saída.
- O que ela disse?
- Talvez a verdade, Marcos. Eu não mereço o seu irmão.
- Como assim? Não estou entendendo.
- Carlos jamais vai aceitar o meu trabalho. Eu sei que vai ser difícil contar a ele que eu não quero sair daqui. Me entende?
- Eu entendo. Você gosta do clube, da dança.
- Marcos, eu amo o seu irmão, mas ele não me merece. Eu jamais sairia daqui pra escolher uma outra profissão. Gosto do que faço.
- Então, você vai ter que dizer isso a ele. Você precisa falar a verdade.
- Tem razão. Eu preciso. Só me falta coragem. -Diz Vívian.
Carlos chega na hora exata e Marcos avisa a Vívian.
- Chegou a hora. - Ele diz. - É a sua chance!
Vivian bebe um gole de água e respira fundo.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Algumas horas depois, Betina chega na casa de Beatriz e procura por Mateus.
- Ele não está aqui! - Responde a irmã logo de imediato.
- Como não está aqui? Ele veio pra cá.
- Betina, precisamos conversar sobre o Mateus.
- Aquele filho de uma égua está se escondendo da babaca aqui né?
- Não. Ele fugiu novamente.
- Eu não acredito em você. Você sempre foi uma songamonga. Agora mentirosa nunca ouvi dizer.
- Então, eu não posso fazer nada.
- Diz aonde ele está agora? Por favor, eu preciso saber.
- Acho melhor você se sentar primeiro, pois a nossa conversa vai demorar algumas horas. -Diz Beatriz firme.
Betina fica impaciente com a irmã.

Discussão

- Você tem mais ou menos duas horas pra ter essa conversa comigo. Duas horas!
- Não vai precisar de muito tempo não! Fica tranquila.
- Acho bom porque ainda tenho manicure e o peste desse menino desaparece de casa me deixando angustiada e num ataque de nervos. Delinguete!
- Olha aqui sua desavergonhada! Se você continuar maltratando o Mateus, eu a denuncio pra polícia.
Betina fica chocada.
- Você me chamou de quê?
- É isso mesmo que você ouviu. Você não tem um pingo de vergonha no meio desta cara! Eu estou cansada da sua frieza e do jeito que você maltrata o meu sobrinho.
Betina fica séria com as palavras de Beatriz.

Vera chega no condomínio e encontra a filha Martha tomando chá em frente à TV.
- Oi, filha. Como você está?
- Tudo bem, mãe.
- Que cara é essa? Posso saber? -Diz ela, percebendo sua expressão.
- Mãe, por que quer comprar a empresa de Rubens? Qual é a sua intenção? -Diz Martha séria.
- Que conversa é essa?
- É isso mesmo que a senhora ouviu.
- O Rubens esteve aqui?
- Não importa.
- Importa, sim. Eu sou dona dessa casa também.
- E se ele esteve? O que há de errado nisso?
- Eu já te disse que eu não o quero aqui dentro.
- Eu moro nessa casa também, mãe.
- Eu não permito! Se você exige a presença dele, arrume as suas coisas e saia de minha casa. Eu já lhe disse isso várias vezes.
- A senhora tem tanto ódio do Rubens que às vezes, eu chego a desconfiar.
- Desconfiar de que hein?
- Eu não sei. Tudo o que eu sei é que eu não vou ficar aqui por muito tempo, não. Eu vou encontrar uma casa pra mim. Não se preocupe!
- Martha, eu não queria que você me entendesse mal.
- Eu já disse que vou sair da sua casa. Eu entendi tudo.
- Você me deixou transtornada em relação ao Rubens.
- Sim, eu a deixei. Mãe, eu estou muito decepcionada com a senhora. Rubens é o meu melhor amigo.
- Eu sei que você tem um apreço por ele, mas saiba que eu não gosto da presença dele aqui nesta casa. Desculpe-me por ser tão franca!
- Nada vai desculpar o que a senhora acabou de me dizer aqui nesta sala.
- Filha, eu tive um dia cheio. Eu quero que me perdoe. Apenas isso.
- Eu também tive um dia cheio. Eu estou cansada, mãe. Eu quero descansar um pouco. Estou ficando louca. Entende-me?
- Eu sei como é estar assim. -Diz Vera.
- Não sabe, mãe. A senhora nunca perdeu um filho. A senhora jamais entenderia a minha situação.
- Eu sinto muito por tudo que lhe disse a você. Se você quer que o Rubens freqüente essa casa, eu não me importo mais. Desde que eu não o encontre, pra mim está ótimo.
- Eu ainda não entendi por que quer a empresa dele.
- Esse assunto não vai ser tratado aqui, filha. Você não entende de negócios.
- Eu sei que eu não entendo, mas o Rubens não pode perder a empresa, afinal, ela foi construída com suor.
- Você o defende muito, filha. Eu já disse que os negócios não são do seu interesse.
- É por isso que ás vezes, eu não sinto falta da sua presença aqui, pois nós duas sempre nos desentendemos. Mãe, se a senhora continuar querendo a empresa de Rubens, eu vou me chatear com a senhora e vou fazer de tudo para impedir qualquer ato seu.
- Nossos desentendimentos se devem ao Rubens, o causador de tudo. E o que está dizendo agora é tolice. Você jamais vai interferir nos meus assuntos, porque você não entende absolutamente nada do ramo empresarial.
­- Nisso, a senhora tem toda razão, mas eu posso aprender á lidar com assuntos referentes ao ramo que a senhora se especifica.
- Filha, mais uma vez peço desculpas e quero que saiba que estou disposta á refletir sobre a possibilidade de não comprar mais a empresa de Rubens, já que você exige tanto.
- Posso confiar na senhora?
- Que pergunta! Eu vou pensar muito á respeito e fique despreocupada.
Martha sente que suas palavras mexeram um pouco com a mãe e ela á vê sair porta afora.

Beatriz conversa com Betina sobre Mateus, agora numa situação mais calma.
- Desculpe se me excedi nas palavras com você. Mas você merecia ouvir algumas coisas. – Diz Beatriz.
- Tudo bem. Eu percebi que estava mais nervosa quanto eu.
- Dê um tempo ao Mateus. Vai ser melhor pra ele e pra você.
- Você quer que eu dê um tempo ao meu filho?
- Por que não? Ele não vai voltar tão cedo pra casa, enquanto você estiver por perto.
- Você está doida! Mateus é a minha vida.
- Não parece, Tina. Você o agride, fere qualquer relação de afeto com ele. Como ele pode ser a sua vida? Como um adolescente pode amar a mãe desse jeito? Ele está se tornando um rebelde á cada dia que passa.
- Eu amo o meu filho. Entendeu?
- Então, por que o faz roubar? Por que o torna um criminoso?
- Eu não peço pra ele roubar nada. -Diz ela, mentindo.
- Safada e mentirosa. Mateus não me esconde nada dos seus podres e eu lhe conheço perfeitamente minha irmã.
- Está bem. Eu cometo algumas bobagens sim. Admito.
- Tina, você deve provar o seu amor, seu carinho á ele. Prove que você o ama de verdade, para que ele possa amá-la também.
- Eu vou provar à ele. Onde ele está?
- Você me promete?
- Sim, minha irmã. -Diz ela, jurando.
- Me siga! -Diz a irmã, levando para o quarto.
Ao encontrá-lo, Mateus a olha com desprezo.
- Filho! Eu senti tanto a sua falta.
- Por que a trouxe aqui, tia?
- Ela quer se desculpar, Mateus. Ouça!
- Filho, vamos voltar pra casa. -Diz Betina tentando ser bondosa.
- Eu não volto mais pra aquela casa, entendeu! -Diz Mateus revoltado.
- Você não pode me abandonar desse jeito.
- Eu posso, sim, porque quem sabe da minha vida sou eu.
- Mateus, pega leve com ela. Ela está sofrendo. -Interfere Beatriz.
- Sofrendo? Quem sofre sou eu, tia. Ela é falsa.
Tina não suporta mais a ofensa e grita, brava.
- Acabou o show, mocinho! Eu sou a sua mãe e você me deve obediência.
- Você não é a minha mãe. -Ele fala alto com ela. - Você é uma meretriz! Uma aproveitadora!
Tina lhe dá um tapa em seu rosto e o joga contra o chão.


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Hoje acordei preguiçoso demais. Não peguei nem o celular pra ver as mensagens do Whatsapp ainda. A luz do sol batia na janela e seu reflexo iluminava todo o meu quarto. Envolto por lençóis, estava eu na cama e Garibaldi dormindo sob meus pés. Eu olhava pro teto da minha casa pensativo, sobre o meu envolvimento com o Sávio. “Por que me submeto a tal situação?”
Ao mesmo tempo que penso em parar, eu não consigo. Eu sempre me conecto a ele de uma forma tão especial. Livros, filmes, surfe, tarefas diárias... Faço de tudo pra tentar distrair, mas quando ouço seu nome ser chamado por alguém ou me deparo escrito em algum lugar, é a sua presença que invade a mente. Garibaldi acorda e olha pra mim. Ele não faz ideia, mas estou totalmente apaixonado.
Me levanto da cama e faço o café. Coloco ração para o cão e arrumo o lixo pra jogar na caçamba do lado de fora. Ao terminar o café, decido colocar uma música e analisando o calendário, percebo que os dias estão passando bem rápido. Logo, as férias acabam e eu volto à rotina de trabalho. Mexo um pouco no computador, preparo alguns relatórios, mando por email, vejo as mensagens do Whatsapp e respondo alguns contatos, olho pro relógio e de repente, lembro que um amigo vai vir em minha casa, pra me pagar um dinheiro que me deve. Eu pego no livro pra ler pelo menos um pouco enquanto faço um download de um arquivo multimídia. Mas a campainha me tira a atenção e vou atender em imediato. Era a minha vizinha. Ela alisa os pêlos de Garibaldi e diz pra mim:
-         O que anda aprontando de bom?
-         Nada. Eu estou aqui fazendo uns trabalhos no computador. E você vai fazer o que hoje?
-         Eu queria na praia. O dia está tão bonito.
-         Verdade. Mais tarde, vou pegar uma onda.
-         Legal!
-         Eu esqueci de falar contigo, mas o meu ex apareceu.
-         Sério? E ele sabe que você está solteiro?
-         Sabe. A gente conversou um pouco ontem.
-         Mas me conta: como foi este reencontro?
-         Foi bom. Um pouco surpreso da minha parte, mas eu confesso que sempre acreditei que um dia a gente se veria de novo.

Diversão

Nailton decide seguir Heitor e acaba descobrindo a casa onde a ex mulher dele mora com a filha. O rapaz fica dentro do carro observando Heitor sair com a filha pra passear e fica marcando um tempo no relógio.
Assim que Heitor se afasta, Nailton abre a porta do seu carro e vai em direção à porta da casa da ex mulher dele. Com toda coragem, ele aperta a campainha.
-         Já vai! Só pode ser o Heitor que esquece tudo, menos a cabeça. - Diz ela, brava.
Ao abrir a porta, ela dá de cara com o rapaz que vira abraçando seu ex marido no Correios.
-         Você por aqui? O que queres?
-         Eu só quero ter um particular com você.
-         Me desculpa, mas eu não posso te dar atenção.
-         Ah, mas você vai ter que me ouvir sim! - Diz ele, impedindo-a de fechar a porta.
-         Quem você pensa que é pra falar desse jeito comigo? - Diz ela, já ficando estressada.
-         Eu sou o cara que anda saindo com o teu ex marido e dando a ele algo muito melhor que você nunca deu. - Diz Nailton, sério deixando-a com uma expressão de raiva.

Rafael organiza a cozinha quando a campainha toca. Ele gentilmente atende e fica surpreso ao receber a visita. Era um primo de Tiago que estava com malas nas mãos e se apresentou como Rui. Ao cumprimentá-lo, Rafael percebeu que ele não desviava seus olhos dos dele. O rapaz fica chocado com aquela visita, mas ao tempo, surpreso também com a atitude do marido de não ter falado nada a respeito que um parente ficaria com eles por um tempo.
-         Será que eu podia entrar? - Pergunta Rui.
-         Ah sim, claro! Desculpa, mas é que eu realmente não esperava receber visitas e ainda mais, com malas e cuias.
-         O meu primo não lhe contou que eu viria?
Rafael disfarça um sorriso e diz:
-         Pior que não, mas deve ter se esquecido talvez.
-         Poxa! Eu nem sei o que dizer. Estou me sentindo envergonhado.,
-         Calma! Não é pra tanto. Parente do meu marido, também é um parente meu. Fique a vontade, viu!

A ex mulher de Heitor fica indignada com as palavras de Nailton e pede pra ele ir embora, mas o rapaz, corajoso, decide falar mais verdades á ela:
-         Deixa o Heitor em paz! A única obrigação que ele tem é somente com a filha.
-         Olha aqui, eu não sei o teu nome, eu não sei o que anda rolando entre vocês dois. Eu só sei que eu quero ser respeitada e quero privar a minha filha de qualquer coisa absurda que anda acontecendo com o pai dela e outra pessoa.
-         Eu só passei aqui em sua casa pra te dar esse recado mesmo. Eu gosto demais do Heitor e não quero que ele fique se matando todos os dias no trabalho, pra sustentar uma mulher que nem na vida dele não faz mais parte.
-         Você está com dor de cotovelo, meu bem! Enquanto eu estiver viva, eu vou sempre me apossar dos interesses que fazem parte da minha família.
-         Você chegou num ponto que eu queria; família! Heitor não tem direito de te dar um centavo mais. Ele só tem que se responsabilizar pela filha.
-         Você não vai atravessar o meu caminho!
-         Eu tenho pena de você. Muita pena! Fique certa de uma coisa: eu estou de olho! - E ele se afasta, deixando-a irada.
Ao ver ele abrindo a porta do quarto, ela não hesita e provoca:
-         Vai dar o rabo pra ele! - E faz um sinal de malcriação.
-         Com muito prazer! - Diz Nailton, ouvindo do carro e ligando a chave.

Rafael decide ligar para Tiago e Rui percebe. Ele fica observando o jeito do rapaz, que fica tentando várias vezes no telefone.
-         Só dá caixa postal! - Diz Rafael.
-         Deixa! Eu vou embora.
-         Não! Fique! - Diz Rafael, sério.
-         Eu não quero incomodar ninguém.
-         Não está incomodando, anjo. - Ele fala sem querer.
-         Anjo? - Ele pergunta.
Rafael sorri um pouco e pede desculpas, alegando que era só uma maneira de falar.
Se foi uma maneira diferente e boa de falar, Rui gostou e parecia estar achando interessante conhecer o marido do seu primo.

Antes que eu pudesse entrar na água pra surfar, uma mão pousou em meu ombro. O dia estava perfeito e o sol radiante. Era uma tarde espetacular. Mesmo com o calor e o reflexo do sol batendo sobre meu corpo e a prancha entre meu braço esquerdo, eu me virei e olhei para a pessoa que tinha me tocado: Jonas.
Os nossos olhares se cruzaram repentinamente e as nossas bocas pareciam querer a mesma coisa. Ele me beijara diante daquele marzão lindo, em que as ondas batiam sobre nossos pés com tanta rapidez e espuma. Foi um beijo que durou alguns segundos, mas que penetrou tão fundo por dentro e me fez reviver algo que estava se tornando esquecimento. Eu sorri assim que ele me beijou e a gente se abraçou fortemente. Seria o recomeço? Caramba! Começaram as dúvidas.
Jonas estava ali comigo e eu estava surpreso com a guinada que o destino deu. Mas existe uma pessoa que eu achei que não se importava comigo, e que quando viu nós dois ali voltou pro seu carro e deu partida. Sávio estava justo na praia e viu o nosso beijo. Viu o abraço forte. Eu ainda me afastei um pouco do Jonas pra tentar ver direito se era ele mesmo no carro e tive a certeza. Conhecia o seu carro. A sua fisionomia de longe. Jonas pegou pelo meu braço e perguntou:
-         Aconteceu alguma coisa?
Meus olhos viraram-se aos dele e em poucas palavras, consegui falar:
-          Não! Não foi nada.


Atenção: Para dar continuidade a leitura de "Expectativas", a obra está disponibilizada nos seguintes links:


sábado, 5 de outubro de 2019


Gisele também fica ao vê-lo e diz:
- Oi! Ah claro! Eu vou levá-lo ao escritório do Sr. Otávio. Ele aguarda por sua presença. - Ela se levanta e o conduz a sala do chefe.
Daniel fica cada vez mais atraído pela jovem que tenta disfarçar os olhares.
Ao ser apresentado por Gisele, Sr. Otávio conversa algumas palavras com Daniel e dirige-se à Gisele:
- Gisele é minha secretária pessoal. Portanto, vocês dois vão trabalhar juntos. O que você precisar, pode contar com ela ou comigo, ok? E seja bem-vindo, Daniel! Será um prazer tê-lo conosco. - Diz Otávio.
Daniel agradece e sai na companhia de Gisele.
- Vai ser um prazer trabalhar ao seu lado. - Diz o rapaz, feliz.
- Espero, Daniel. Seja bem-vindo! - Ela o cumprimenta.
- Obrigado, Gisele! Aliás, tem um bonito nome. - Diz o jovem rapaz, sorrindo e aproveitando para dar uma flertada.
- Obrigada! - Ela agradece. - Você poderia me ajudar com alguns arquivos que ainda não foram digitados no computador? Aqui temos trabalho de sobra e o tempo voa.
- Claro! Onde estão os arquivos? - Ele pergunta, demonstrando interesse.
- Deve estar naquele armário. Vou pegá-los pra você.
- Pode deixar comigo! - Ele se aproxima dela e ela se afasta um pouco. - Qual gaveta está?
- A primeira de todas. - Responde a jovem, que não consegue desviar os olhos do rapaz.
Daniel entrega os arquivos a ela e os dois tentam desviar a atenção um do outro.
- Que coincidência né? - Ele resolve mudar de assunto.
- É verdade. Põe coincidência nisso! - Diz a jovem, tentando se concentrar no trabalho.

No horário de almoço do trabalho, Gisele e Doroth sentam juntas no refeitório e as duas conversam um pouco.
- Percebi que você está distante, Gisele? O que está acontecendo?
- Eu estou bem, Doroth! Eu só estou pensando numa coisa aqui. Nada demais!
- E não quer me contar o que é? - Diz a amiga, se deliciando com a sobremesa.
- Deixa de ser curiosa, hein? Mas tudo bem! Eu vou te contar sim.
- Que bom! Sou toda ouvidos. - Diz Doroth, se animando.
- Bom, sabe aquele rapaz ali? - Ela indica para a mesa do lado.
Doroth olha e encontra Daniel conversando animado com os outros rapazes, funcionários da empresa.
- Sim. É o novato bonitinho que chegou hoje na empresa. O que é que tem?
- Quer dizer que o acha bonito?
- Mas é claro! E você não acha também?
- Interessante. – Diz Gisele.
- Mas me conte!
- Então, acredite ou não, ele é o rapaz que conheci na loja do shopping.

Descontração

- Sério? - A amiga se surpreende. - Mas que coincidência boa hein?
- É uma coincidência sim mas porque está tão animada?
- Pra este rapaz já te deixar assim, é sinal de que vem alguma coisa boa neste encontro.
- Doroth, quantas vezes eu tenho que dizer que não...
- Quer envolvimento com ninguém. Gisele, eu sei de cór o seu texto decorado. Amiga, essa é uma boa oportunidade pra você ser feliz outra vez.
- Espera aí, você quer que eu fique com ele?
- E por que não? Se ele gosta de você e você, dele.
- Você deve ter batido com a cabeça né? Eu mal o conheço.
- Mas pode passar a conhecer, oras!
- Ah para!
- Mas ele não pensa como você, amiga! A Júlia me disse que ele não parava de te olhar no shopping.
- Doroth, quando eu voltar à me apaixonar, não se preocupe porque vocês vão saber ok?
- Tudo bem, amiga! - Diz Doroth, se levantando da mesa. - Já bateu meu horário. Preciso voltar.
Doroth se afasta e deixa Gisele pensativa. Daniel a encara fascinado e a secretária decide se retirar também.

Neste ínterim, Grace ouve suas músicas preferidas no quarto quando ouve vozes vindas da sala. Ela abre a porta do quarto e chega próximo da escada e ouve mais uma vez a discussão dos pais Alda e Emiliano.
- Talvez seja melhor eu ir embora desta casa e me afastar da sua arrogância. - Ela discute.
- Quero ver se você tem coragem! Mas quer saber o que eu acho? Você nunca vai sair desta casa porque não tem pra onde ir.
As palavras que são gritadas em alto e bom som ferem cada vez mais o coração da adolescente, que se debulha em lágrimas de profunda tristeza, sentada no chão do seu quarto.


Júlia e Murilo decidem visitar Gisele em seu apartamento.
- Pensei que a Doroth estivesse aqui com você. - Diz Júlia.
- A Doroth não quis vir. Acho que ela ficou chateada comigo, não sei.
- O que é que houve agora, Gisele?
- Ela não entende certas coisas. Acho que não vai entender nunca.
- Eu posso até imaginar do que você está falando. É sobre o Daniel, né?
- Como você sabe que é sobre ele que estou falando?
- A Doroth me disse. - Diz a jovem. - Mas não é culpa dela, Gisele! Fui eu que disse que você tinha que ser feliz outra vez e sugeri que fosse com o novato da empresa porque esse encontro não foi por acaso.
- Não vem me dizer que foi coisa do destino o Daniel ter aparecido na minha vida, bla blá blá...
- Esse é o seu mal, Gisele! Desculpa te falar isso, mas você não acredita no sinal do destino.
- E eu não acredito mesmo. Desde que eu fui enganada, iludida, você acha que eu ainda acredito no amor? Amor é uma fantasia, uma ilusão, um engodo. Vocês foram testemunhas de tudo que passei. - Diz ela, dirigindo à Murilo que ouve a conversa toda.
Júlia fica em silêncio e Murilo se anuncia.
- Júlia, vou lá fora ver o carro ok!
A jovem consente e Gisele diz:
- Pode ficar, Murilo! Eu vou preparar o jantar pra vocês.
- Desculpa, Gisele se fui invasiva demais! - Pede a amiga.
- Está tudo bem. Sem problemas! - Ela a abraça. - Eu é que peço desculpas. Bom, alguém vai me ajudar a preparar algo?
- Pode contar comigo! - Diz Júlia, animada.
Gisele encara Murilo, que diz:
- Não! Não! Prefiro nem entrar na cozinha.
As duas riem com a expressão do amigo. De repente, o telefone toca e Gisele atende.
- Não, Doroth! Pode vir. Não estou chateada com você.
Neste momento, a campainha toca e Júlia decide atender a porta, deixando Gisele conversando com Doroth por telefone e Murilo na sala.
Ao abrir, os três se deparam com Grace, com lágrimas nos olhos.
Júlia a abraça e Gisele diz à Doroth no telefone:
- Amiga, venha pra cá! Grace precisa da gente.

Daniel joga xadrez com o irmão Wallace e ele decide lhe fazer uma pergunta sobre Gisele.
- Então não sabe nada dela ainda? Não sabe se ela é casada, solteira...
- Não sei, irmão. Mas vou descobrir aos poucos. Agora estou bem próximo dela!
- Faça isso, irmão! Repare se ela tem aliança no dedo.
- Eu já reparei nisso. E ela não tem aliança, meu caro.
- Hum. bom sinal. - Diz Wallace. - Você é um cara de sorte. Conseguiu entrar numa empresa multinacional e ainda conhecer uma secretária gente fina.
- Pois é, irmão! E tem uma coisa: pelo que pude perceber da Gisele é que ela não me parece ser uma pessoa fácil não.
- Você está me dizendo que ela é uma pessoa difícil de ser conquistada?
- Creio que sim. - Diz Daniel, sensato mexendo na peça de xadrez. - Xeque mate.

Enquanto isso, Zeca bate na porta de Gisele e Murilo atende.
- E aí brother, beleza? - Cumprimenta Zeca ao entrar.
- Beleza, cara!
- Cadê as meninas! - Diz Zeca, percebendo que não há ninguém na sala.
- A Gisele está lá dentro no quarto com a Grace e a Júlia.
- Aconteceu alguma coisa?
- Problemas da Grace de novo. - Comenta Murilo.
- Entendi. -Ele responde.
De repente, a campainha toca de novo e Zeca desta vez atende.
- Olha, quem chegou pra animar a noite! - Ele brinca ao ver Doroth.
- Você também está aqui, prego? Quem te convidou hein? - Diz ela, remexendo nos seus cabelos e bagunçando o seu topete.
- Você sempre faz isso de propósito né? - Ele diz, sorrindo.
Ela não dá ideia e pergunta da Gisele para o Murilo.
- Onde você acha que ela está agora neste exato momento? - Diz Murilo.
Doroth consente e vai no quarto, deixando os rapazes na sala.
- Aí, você nunca se interessou pela Doroth, Zeca? Ela é uma garota muito bonita.
- Não, brother. Eu nunca me interessei pela Doroth. A minha gata é outra.
- Tô ligado. O seu coração sempre vai estar ligado à Gisele né?
- Cara, você está doido de falar isso aqui na sala.
- Qual é o problema Zeca? As meninas estão no quarto. Ninguém ouviu nada.
- Acho melhor mudarmos de assunto.
- Se você deseja assim, tudo bem! - Diz Murilo, deixando o assunto de lado.
Enquanto os dois rapazes ficam na sala, as meninas consolam Grace, que decide contar o ocorrido em casa.
- Sabe o que eu acho, Grace? Que você precisa aceitar a separação dos seus pais. Se eles querem mesmo fazer isso, você precisa se conformar. - Diz Doroth, séria.

Conselho

- Eu também não sei o que fazer pra te ajudar, Grace. - Diz Júlia.
Grace encara as meninas pensativa ainda com lágrimas nos olhos e Gisele decide dar a sua palavra.
- Se você quiser pode ficar na minha casa hoje. A gente dá um jeito de avisar aos seus pais. Quem sabe você ficando nesta noite, você não possa pensar em tudo que conversamos aqui e se distrai um pouco.
- Obrigada, Gisele! - Ela a abraça carinhosamente. - Você é uma grande amiga! E vocês também, obrigada por tudo. - Ela se vira às outras.
De repente, batidas na porta e apenas uma frase vinda do lado de fora.
- Meninas, estamos com fome! Não sai essa janta não?
As meninas sorriem ao ouvir o anúncio de Murilo na porta.

Daniel fica pensativo em seu quarto e se lembra do encontro que teve com Gisele no shopping e na empresa. Em sua frente, a foto de Maria ainda enfeita o seu porta-retrato e ele decide tirá-la da mesa e guardá-la na última gaveta.
- A partir de hoje Daniel, você vai ser um cara diferente. Vai conquistar a Gisele e vai tirar a Maria do seu pensamento de vez. - Ele diz pra si mesmo, decidido.

Refletindo

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