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Leandro Elesbão
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segunda-feira, 4 de novembro de 2019


2003.

Balões coloridos, um bolo enorme na mesa e crianças por todos os lados correndo e brincando. Uma mãe nervosa com um filho do outro canto da parede reclamando por ele ter puxado o cabelo de uma menina. Na outra ponta da casa, um outro menino tentando conquistar uma garota com palavras bonitas e levando um baita fora. Enquanto isso, algumas pessoas ficam conversando no quintal e o cheiro do churrasco invade até a esquina. Algumas crianças ao redor brincam de pique esconde até que uma delas caem no chão chorando e o pai se aproxima para ajudá-la.
Entretanto, em meio a uma festa de aniversário conturbada, há uma mulher que tinha trinta e cinco anos, olhos azuis claros e cabelos longos negros, sorridente arrumando o filho de cinco anos no quarto.
- Mãe, eu estou feio com essa roupa. -Diz Luís, ao olhar o paletó no espelho.
- Filho, você está um verdadeiro príncipe! -Diz a mãe segura e confiante de si. - Vai arrumar muitas gatinhas na festa.
- Será? -Ele pergunta, fazendo uma cara de desacreditado.
Martha coloca a mão em sua cabeça e beija seu rosto, dizendo:
- Você é um menino muito especial pra mim. Nunca diga pra você mesmo que você é feio porque a beleza externa não se compara com o que você tem aí dentro. - E ela toca no peito dele. - Em seu coração guarda caráter e isso é importante e o mais belo de tudo.
- Eu sei. A senhora sempre fala isso pra mim.
- Eu nunca vou me cansar de falar isso, mas prometo não falar mais.
- Mãe... - E ele a abraça fortemente, como se soubesse o que o futuro lhe planejava.
- Que foi meu filho? - E ela sente ele um pouco receoso. - Aconteceu alguma coisa?
- Eu não quero ir nessa festa. -Diz o menino.
- Bom, é uma festa de aniversário do seu melhor amigo de escola. Você vai se divertir. Vai perder a festa do seu amigo? -Diz ela, sempre caridosa.
- Ta bom! -Diz ele, se convencendo a ir.
Martha desce a escada com o filho Luís, pegando em sua mão e as crianças correm até ele pedindo pra brincar.
- Vai lá filho! Eu vou conversar com a Laís um pouco. -Diz ela.
Luís larga da mão de Martha e se aproxima das crianças enquanto ela se dirige a amiga na cozinha. Aquela era a última vez que ela veria o filho. Laís, como sempre fica nervosa quando o assunto é festa e conhecendo bem a amiga, Martha decide dar uma força. Ela era uma mulher de trinta anos, cujos cabelos ruivos e olhos verdes claros a fazem um perfil de modelo.
- Eu sabia que ia precisar de ajuda. Estou aqui!
- Ah amiga que bom! Eu preciso terminar de fazer os cachorros-quentes. -Diz ela, já tensa.
- Relaxa! Festa de aniversário é assim mesmo.
- Eu estou preocupada amiga!
- Com o quê Laís?
- Você é uma mulher fina, elegante me ajudando aqui na cozinha. Vera não vai gostar de ver você assim.
- Ah balela! E desde quando minha mãe se intromete na minha vida? Pára com isso! Somos amigas e ela não pode falar nada até porque um dia já foi pobre. Não nasceu em berço de ouro.
- Vocês duas são muito diferentes. Ela é uma ricona que só se importa com o dinheiro e você uma madre Teresa de Calcutá.
- Eu sei reconhecer quem é importante na minha vida e adoro sua amizade.
- Ai amiga! Que bom ouvir isso de você. Eu também te adoro demais. -Diz Laís, sorrindo.
Chega a hora dos parabéns. Todos cercam a mesa onde no centro está Daniel feliz da vida por ver seus amigos e familiares ali. Ele comemorava seis anos de idade.
Laís acende as velas e pede pra ele fazer um pedido enquanto todos cantam em coro. O menino fecha os olhos e faz o pedido em pensamento. Depois assopra as velas. Todos aplaudem em seguida. Nesse momento, Luís sorri para Daniel e quando as pessoas se distraem, ele é puxado pelo braço por uma mulher, aparentemente convidada pra prestigiar aquele momento. Luís não entende porque está se afastando das pessoas e a desconhecida promete levar a um certo lugar. Ele a acompanha inocente, olhando ao redor.


Parabéns

Martha se via alegre diante das pessoas, totalmente distraída do filho e Laís pede a Daniel para repartir o primeiro pedaço e oferecer a alguém especial. Daniel faz e o primeiro pedaço do bolo é pra ela, claro! De repente, ele sai da mesa e fica olhando pelos lados como se estivesse procurando algo e algumas pessoas não conseguem entender aquela atitude. Laís percebendo, se aproxima dele e pergunta, com o prato do bolo na mão:
- Filho, aconteceu alguma coisa?
- Cadê o Luís? -Foi a única pergunta que ele fez ao olhar nos olhos dela.
Martha ao ouvir aquilo, se aproxima do menino e começa a olhar também para os lados. As pessoas ao redor fazem o mesmo e aquela situação fica tensa porque o Luís não é achado por ninguém. A casa toda ficou em alerta e uma tristeza começava a se abater no peito daquela mãe que desesperada já não sabia o que fazer naquele momento. Tudo o que ela queria era saber do Luís.
Martha procura saber do filho através dos convidados da festa, mas ninguém o vira. Ela se preocupa com Luís. Laís tenta encontrar o menino, mas não consegue nenhuma informação.
- Não é possível que ninguém viu um menino de cinco anos. – Reclama Laís.
- Onde está o meu filho, Laís? - Ela pergunta preocupada.
- Eu não sei, Martha. Mas fica calma! Nós vamos encontrá-lo. Não se preocupe.
- Eu estou com medo de que algo tenha acontecido a ele.  Ele é apenas um menino de cinco anos, Laís. Onde ele foi?
- Calma Martha! Eu vou saber dos vizinhos próximos. Talvez eles o viram em algum lugar.
- Isso! Faça isso, Laís, que eu vou continuar procurando. - Se angustia ela.
Martha chegava a mostrar a fotografia de Luís para as pessoas da rua, mas ninguém sabia o que dizer naquela situação. E agora? O que fazer? Aquele fato se tornou um marco na vida de Martha que estava aflita por notícias do filho. O início de um grande drama estava prestes a acontecer pra Martha, que até hoje, sente falta de Luís. O caso de Luís parou nas emissoras de rádio e nos canais de televisão. A polícia abriu o inquérito e o delegado local fez interrogatório com todos que conheciam o menino. Todos participaram do caso. Vera, avó do menino, deu um depoimento aos moradores sobre o desaparecimento do neto dias depois prometendo uma boa recompensa em dinheiro para quem o achasse e Mariana decidiu ajudar na procura do irmão caçula criando cartazes.
E a cada pista que surgia, era uma esperança, mas tudo se passara de um alarme falso.
- Meu filhoooo! Eu preciso do meu filhooo! Luíssssss. - Ela se agoniava dia e noite.


Sem Chão

Era uma dor que penetrava em sua alma. Dilacerava seu coração por inteiro.
E aquele sofrimento sem fim a fazia debulhar em lágrimas.
Maltratava sua alma.
- Martha? Alguém a ajuda por favor! Martha acordaaaa! - Alguém falava em seu ouvido e tentava reanimá-la.
Um silêncio.
Martha estava em coma. Um médico a examinava.
Ela não morreu. Apenas desmaiou. E naquela amargura que a atormentava, fazia sofrer muito um homem por qual ela deu tanto amor: Rubens.
Dos olhos dele, saíam muitas lágrimas. Ele não queria perder o seu grande amor.
Atualmente, faz dezessete anos que Luís desapareceu.



Capa Perdidos de Saudade

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quinta-feira, 24 de outubro de 2019


Finalmente cheguei em casa e estou com uma baita preguiça de desembrulhar essas coisas. Casa nova, ambiente novo, móveis recém-chegados, paredes pintadas em tons fluorescentes, persianas limpas, janelas abertas exibindo a paisagem tropical da ilha, canto dos pássaros, e o meu carro estacionado com aquela velha prancha de surfe que ainda nem trouxe pra dentro. Estou pensando em pegar uma onda mais tarde, mas o meu objetivo agora é arrumar essa bagunça da viagem e tentar organizar as coisas conforme o tempo permitir.

Horas depois…
Batidas na porta. Decido abrir.
-         Oi! Tudo bem? - pergunta uma jovem de cabelos curtos, olhos claros e alta.
-         Oi! Estou bem. Nos conhecemos?
-         Não. Eu só passei pra avisar que seu cachorro acabou com minhas plantas.
-         Mas perae... Eu não tenho cachorro.
A expressão de Paula muda de repente.
-         Mas de quem é aquele cachorro? - ela aponta para o cão que estava aparentemente cansado e deitado perto do carro.
Surpreso vou checar a situação de frente. Observo o animal e percebo que ele não é bravo e permite que eu acaricie seus pelos.
A mulher interrompe aquela cena.
-         Tem certeza que não é seu?
-         Sim, mas acho que vou ficar com ele. Parece que precisa de uma companhia.
-         Eu não me importo desde que fique longe do meu quintal.
-         Pode deixar! Daqui ele não sai.
E o cachorro nessa hora late nos assustando.


Border Collie

Assim que pus ração e água pro Garibaldi, deitei-me numa rede de frente pra praia e peguei no sono. A brisa tocando meu rosto e aquelas horas se passando. Fui acordado por Garibaldi que lambia minhas mãos. Eu vi o relógio e já era quase seis da tarde e nem as coisas não estavam ajeitadas ainda. Eu me levantei da rede e debruçando sobre a pilastra da varanda, fechei os olhos e apenas deixei a brisa me tocar. Quando abri os olhos, respirei e olhei para Garibaldi que ficava me fitando. Eu simplesmente me aproximei dele e o abracei, sentindo seus pelos. Garibaldi gostava de estar naquela casa e eu senti que precisava de uma companhia.
Não havia me apresentado antes, mas me chamo Higor. Eu sou o novo morador de uma cidade pequena chamada Costa do Sol e apesar da minha casa estar próxima do mar, eu escolhi tal localidade pra minha prática de surfe. Não me acho o Medina, mas gosto de sentir o vento no rosto, estar em contato com a água e passar horas em cima de uma prancha. E agora Garibaldi vai ter que se acostumar a minha rotina de vida.

-         Você não faz mais parte da minha vida. Acabou!!!
Não entendo porque certas lembranças ainda não me saem da mente. Eu sempre quis esquecer, mas nunca consegui. São como flashes. Eu observo as fotos dele e lágrimas caem. E na varanda, pensativo, falo pra mim mesmo que preciso superar aquilo. Será importante pra mim e pros próximos caminhos que eu seguir adiante. Quando dou por conta de que a realidade volta, vejo Garibaldi mastigando as fotografias. Se aquilo for bom pra mim acho que meu cão fez a coisa certa. Me lamentar pra quê?  Quero viver a vida sem a presença dele.

Garibaldi dorme enquanto eu estudo um pouco. Tento resolver alguns problemas matemáticos de uma apostila virtual estampado em meu notebook de um curso online de vestibular. Pretendo ser um futuro administrador e tenho que estar com meu currículo sempre atualizado, aliás conhecimento é algo que não deixo pra trás nunca. Mesmo que o surfe não combina muito com administração, eu gosto de praticar os dois. Surfe é bom, prazeroso, é lazer e administração é futuro, trabalho, sustento. Algum dia eu posso combinar essa função com esse esporte e quem sabe criar meu negócio próprio, mas como tenho muito tempo pra pensar e batalhar por isso, quero dar meus passos devagarzinho.

Deitado na Rede

Horas depois…
O alerta do microondas me desperta de um pensamento. Eu abro a porta e retiro a minha lasanha de carne que estava aparentemente deliciosa e o cheiro invadia minha cozinha. Eu pus no prato e com uma faca, fatiei um pedaço. Quando eu me preparava pra comer, o celular toca. Acho que a lasanha vai ter que esperar.
-         Alô! Oi! Como você está?
Recebi a ligação de uma amiga minha que estava preocupada comigo. Ela foi minha incentivadora, minha parceira e me ajudou bastante. Conversamos por algumas horas e enquanto falávamos, eu não deixei de saciar a fome.

“Vai uma lasanha ae?”


Capa Expectativas

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019


Toc, toc...
- Daniel, você está aí?
Meu irmão vem me incomodar de novo com aquela história de que eu tenho que apresentar a ele umas amigas que conheci há alguns dias no clube, e como eu sei que ele não vai me deixar em paz, decido me levantar da cama e deixar um pouco de lado o meu jogo favorito sendo transmitido pela televisão. Abro a porta e o encontro sorridente.
- Sabia que estava assistindo ao jogo. Não perde uma partida do Corinthians. - Diz Wallace, entrando porta adentro e observando o jogo na televisão.
- Pois é, irmão! Sou torcedor deste time e não perco nenhuma partida mesmo.
- Eu sei disso. Preciso falar com você.
- Eu até já sei o que você quer falar comigo, Wallace. Eu ainda não tive contato com as meninas, mas pode deixar que assim que eu falar com uma delas, eu falo com você ok!
- Ah sim. Tudo bem! Mas não era sobre isso que eu vim falar com você, irmão.
- Não?  - Ele estranha, mas em seguida pergunta:  - Então o que seria?
- Daniel, sabe aquela empresa que você deixou um currículo mês passado?
- Sim. Eu sei. - Ele muda sua expressão.
- Então, a empresa me ligou hoje de manhã e me pediu pra te avisar de uma entrevista que vai rolar amanhã ás duas da tarde.
- Sério, cara? Mas isso é muito bacana. - Diz Daniel feliz da vida.

Torcendo pelo Time

- Eu sabia que você ia gostar disso. Por isso eu vim pra te trazer esse recado.
 - Muito obrigado, irmão! Nossa, eu estou feliz por demais. Essa é uma oportunidade de ouro e eu preciso dela.
- Eu sei. Bom, o meu recado está dado e espero que você consiga este emprego, porque é muito ruim viver sem dinheiro.  - Diz Wallace, sorrindo e batendo no ombro de Daniel.
- É verdade, irmão! Obrigado por ter vindo e me trazer essa novidade boa. - Diz ele contente.
Os dois apertam as mãos.
Daniel e Wallace moram separados. Wallace é formado em arquitetura e mora sozinho em um bairro próximo do irmão que divide a casa com os pais e mais dois irmãos mais novos. Daniel é um estudante que cursa informática e no momento, procura por oportunidades de emprego, até que recentemente, ele deixara um currículo numa empresa conhecida nacionalmente e conseguiu uma vaga pra trabalhar como auxiliar de escritório. Foi a melhor notícia que recebeu naquele dia. Conseguira uma entrevista e acreditava fielmente que iria ser aprovado.
No dia seguinte, às duas da tarde Daniel faz a sua entrevista e preenche alguns dados citados da secretaria de recursos humanos. Após a conclusão, Daniel é aprovado em alguns testes e seu primeiro dia de trabalho seria no dia seguinte. Ao sair da entrevista, ele se encontra com Wallace do lado de fora e o convida a ir ao shopping mais tarde. Ele aceita.
- Como foi lá dentro? – Wallace pergunta.
- Agora é esperar, irmão! Estou confiante.
- Você vai conseguir, cara! – Diz ele, na torcida.

Enquanto isso, Gisele atende telefonemas e faz anotações no bloco de papel. Em seguida, digita no computador e imprime alguns arquivos. Coloca na pasta, organiza a mesa, lê as mensagens de texto do celular rapidamente e depois volta a sala do chefe pra entregar alguns documentos importantes.
- Ufa! Acho que hoje consegui terminar mais um dia. - Diz ela logo após o final do expediente para a amiga Doroth, a quem considera como uma irmã.
- É verdade, amiga! Ainda bem que a gente vai contar com um auxiliar amanhã né?
- Pois é, amiga! Espero que esse funcionário nos ajude porque o que foi contratado meses atrás não nos ajudou em nada.

No Expediente

- Vamos ver como vai ser o desempenho deste novato na empresa né?
- Bom, você vai ao shopping ainda hoje? Se for, me avisa que eu vou passar em casa e me arrumar. - Diz Gisele, secretária de uma empresa multinacional.
- Sim. Eu vou ligar para a Grace e para os outros pra ver se eles vão também.
- Ótimo. - Diz Gisele, desligando o computador e organizando sua bolsa pra sair.

Horas mais tarde, as duas amigas já se encontram no shopping e decidem visitar algumas lojas de roupas e calçados. Grace, Murilo, Júlia e Zeca as encontram por lá e juntos vão à uma pizzaria.
Gisele é uma jovem que curte boas amizades e seus amigos são como irmãos pra ela. A admiração que sente por eles é um sentimento fraterno e verdadeiro.
Grace é uma adolescente que sofre na convivência familiar. Seus pais estão em guerra, com o casamento indo para a separação e ela não aceita isso. Seu mundo está confuso e perdidamente vazio.
Murilo é um rapaz fera no skate, curte a vida com aventuras e não tem medo de enfrentar desafios. Seu sonho é ser um brilhante ator de cinema.
Júlia é uma pessoa sonhadora, que acredita que um dia vai encontrar o príncipe da sua vida e que será feliz nos assuntos do coração. Ela é popular e sempre anda na moda.
Zeca é um cara determinado e ousado. Ele trabalha para uma oficina mecânica e sempre gosta de ser o líder seja em casa ou no trabalho.
Já Doroth é uma jovem que tem pés no chão, decidida e que sonha em conhecer o exterior e se formar como veterinária. Companheira de todos, ela é a única com que Gisele compartilha suas emoções e segredos, pois apesar de serem amigas de trabalho, as duas se conhecem desde os tempos do primário e sua amizade se tornou de grande valor.
Ainda no shopping, Gisele e Júlia decidem deixar os outros conversando e vão à uma loja de roupas que fica bem na frente da pizzaria. Gisele mostra algumas peças de roupas para a amiga que fica indecisa em escolher. De repente, surge Daniel e começa a escolher algumas roupas também, quando Gisele se esbarra nele e deixa cair uma peça de roupa feminina no chão. Daniel pega a roupa e a entrega.
- Desculpe!  - Diz a jovem, pegando a roupa das mãos do rapaz.

Decisão Difícil

- Sem problemas. - Diz ele, simpático.
Gisele agradece e sai, deixando Daniel atraído por sua beleza. Ela se afasta com a amiga e ao sair da loja, Júlia comenta:
- Percebi o jeito que ele te olhou. Parece que gostou de você.
- Que isso, Júlia! Eu nem conheço.
- Mas é por isso mesmo, amiga! Por não te conhecer que ele gostou de você.
- Deixa de conversa fiada, ok? Você sabe muito bem que eu não quero envolvimento nenhum com ninguém agora.
- Gisele, às vezes o amor nos surpreende de uma forma que você nem acredita.
- Você virou filósofa agora? - Diz ela, sorrindo.
- Não. Eu só apenas acho que você precisa esquecer o passado e viver o presente, dar uma nova chance ao seu coração e se envolver num novo relacionamento.
- Júlia, as coisas não são assim como parecem ser. Eu preciso de um tempo, entende? Eu não quero mais tomar atitudes precipitadas e me envolver como me envolvi num relacionamento complicado e que só me trouxe mágoas e ressentimentos.
- Tudo bem, Gisele! Mas conhecer novas pessoas é legal, vai te fazer bem. Você necessariamente não precisa se envolver, mas curtir seria uma boa.
- Eu vou pensar no que você me disse ok? - Ela muda de assunto. - Bom, acho melhor ver os outros né? O que será que eles estão aprontando?
Júlia consente sorrindo.
E as duas amigas caminham juntas abraçadas para a pizzaria.

Já Daniel encontra Wallace no celular telefonando.
- Eu já disse mãe: meu pai vai voltar em alguns dias. Não! Ele me falou por telefone ontem à noite. Mãe, a senhora não consegue entender né?
Alguns minutos depois, ele se despede da mãe e desliga o telefone.
- Nossa mãe de novo né? - Questiona Daniel.
- Ela não acredita que nosso pai volta essa semana.
- É complicado essa relação dos dois, irmão. Eu canso de falar com nosso pai pra ele mudar de emprego, pelo menos tentar algo por aqui perto.
- Mas ele nunca vai fazer isso, Daniel! Nosso pai ama aquele trabalho e o patrão dele paga uma grana boa.
- Nisso você tem toda a razão.
- Mas e aí o que você comprou de bom?
- Pouca coisa que me interessou. Ah, te contar uma coisa aqui: encontrei uma garota muito linda, irmão.
- Sério? E de onde ela é?
- Eu não sei. Eu não cheguei a puxar assunto com ela.
- Irmão fala sério! Tu encontras uma garota linda e nem puxa papo com ela. O que houve?
- Não sei, cara! Me senti inseguro. Estou assim desde que terminei com a Maria.
- Cara, desencana! Essa Maria foi uma cilada na sua vida. Você fez muito bem de ter terminado com ela. - Diz Wallace, sincero deixando Daniel pensativo.

No dia seguinte, Gisele e Doroth se preparam pra trabalhar quando o Sr. Otávio surge na porta, avisando de que se Daniel chegasse, para ele ir procurá-lo em seu escritório.
Gisele obedece a ordem e Doroth diz:
- Está na hora de ir pra recepção! Boa sorte! - E sai porta afora.
Gisele concorda.
Alguns minutos depois, surge Daniel todo arrumado e com um envelope na mão.
- Bom dia! Eu me chamo Daniel e fui contratado pra trabalhar nesta empresa. - Ele dirige à Doroth que estava já no corredor e que indica a sala de Gisele.
- É só entrar por aquela porta ali! - Diz Doroth, gentil.
- Obrigado! - Ele agradece e se afasta.
Gisele confere alguns arquivos no computador e de repente, surge Daniel em sua frente.
- Bom dia! Eu me chamo Daniel e sou o novo auxiliar de escritório. Você? - Diz ele, surpreso ao vê-la novamente.
Aquilo foi uma incrível e boa coincidência.


Capa Corações Desimpedidos

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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Abertura de Encontros Casuais, obra que virou webnovela.

Kathleen, uma jovem de cabelos compridos morenos e numa estatura baixa, com apenas 18 anos de idade, olhos castanhos e magra surge na porta da casa de Fábio que a abraça contente por vê-la.
A expressão dela era totalmente seriíssima.
- Algum problema, meu amor? -Pergunta ele intrigado ao olhá-la de frente.
- Sim, Fábio. - Ela responde, chateada.
- Diz o que é que está havendo?
Ele fica preocupado.
- Eu estou grávida!
Seu tom de voz muda.
- O quê?
Ele fica pasmo.
Na sala, o diálogo termina em discussão e nenhum dos dois consegue se entender.
- Kathleen, eu não quero que você tenha essa criança. -Diz ele, cabelos negros, baixo, olhos verdes claros.
- O que você está me pedindo é um absurdo.
- Então, cuide dela sozinha porque eu não pretendo te ajudar, não.
- Você é um canalha! Se meu pai souber que eu estou grávida e que o filho é seu, ele me mata. Você sabe como meu pai age quando fica furioso. -Diz ela, aos prantos.
- Esse é um problema seu e não meu.
- Eu contava contigo. Pensei que formaríamos uma família juntos quando essa criança nascer. Eu nunca pude imaginar que você fosse tão irresponsável.
- Kathleen eu te amo muito, mas eu não quero me responsabilizar por este bebê.
- Você jamais me amou, Fábio. Eu não sei por que ainda estou falando com você ainda. Se você não quer se responsabilizar por esta criança que está aqui no meu ventre, me esqueça. Se quiser, volte pra sua ex-namorada que eu não me importo mesmo.
- Eu só quero que você entenda os meus motivos. Eu tenho vinte e dois anos e não estou pronto pra ser pai. Meus pais jamais suportarão essa ideia.
- E eu, Fábio? Como me sinto? Tenho dezoito anos e ainda vivo nas costas do meu pai assim como você. Eu sou culpada por ter cedido.
- Essa gravidez veio no momento errado. - Ele fica irado. - Eu não quero nem pensar no que meus pais poderão dizer.
- Você tem toda razão! Essa gravidez veio no momento errado e você é a pessoa errada por quem eu me apaixonei e me entreguei de verdade. - Ela sai agoniada porta afora e o deixa confuso na sala.

As ideias não batem nunca

A casa de Kathleen ficava do lado da casa de Fábio. Era uma residência de pintura amarelada nas paredes, portas e janelas envernizadas, tinha um muro branco que cercava todo o jardim e havia flores coloridas em todo canto. Ela morava com o pai Ezequiel, um homem simples e rígido que cuidava sozinho do lar e de sua irmã mais nova, Keyla, que era espevitada. Ezequiel fora largado da esposa há dois anos e faz de tudo para pôr a filha caçula na linha, tal que Kathleen, como a mais velha, ele acreditava ser a ajuizada e, portanto, dedicava o seu carinho maior. Pra ele, ela era o seu maior orgulho e Keyla ficava excluída em algumas atividades. Mesmo assim, ela não se importava com os mimos que ele dava à irmã mais velha.

Chegando em casa, Kathleen deixa a irmã sair pra conversar com o pai. Ela decide contar-lhe tudo.
- Filha, o que tem de tão importante pra me dizer que não pode ser adiado? - Inicia Ezequiel.
- Eu nem sei por onde começar.
- Comece pelo início, oras! -Ele diz.
De repente, a campainha toca e Kathleen se cala, interrompendo a conversa.
- Eu vou atender a porta. -Diz Ezequiel, disposto a abrí-la.
- Tudo bem. -Ela se angustia.
Ezequiel atende a porta e Fábio o encontra.
- A sua filha está?
- Sim. Estou aqui. -Ela responde.
- Gostaria de falar contigo, Kathleen. -Ele pede com a voz trêmula.
- Filha, eu vou deixar você conversando com o Fábio e vou dar uma saída. Prometo que já volto num instante. -Interfere Ezequiel, pegando o seu chapéu e saindo. - Não demoro ok!
- Por que veio, Fábio? -Ela pergunta, ao deixá-lo sair.
- Eu vim te pedir pra você tirar esse bebê.
- Será que estou ouvindo bem? Você vem na minha casa com essa cara de pau me pedir isso de novo? Fábio se retire daqui por favor! -Ela o expulsa.
- Me escute! Será melhor pra nós dois.
Ele fica mais sério ainda.
- Nada é melhor do que nós dois sermos os pais pra esta criança porque um dia, ele vai precisar da gente.
- Isso significa que você vai realmente criá-lo?
- Sim. Eu não vou ter coragem pra tirar esse bebê que está crescendo aqui dentro. Eu vou trazê-lo ao mundo e ele será muito feliz. Jamais se lembrará que o pai abandonara quando souber de sua existência. -Ela provoca.
- Eu te desejo boa sorte, porque você vai precisar e muito.
- É uma pena que nossa conversa termine desse jeito. Por favor, não me procure mais, ok?
- Fique tranquila que eu jamais vou te procurar. Eu só espero que o seu pai não lhe faça sofrer.
- Com meu pai, eu me entendo, Fábio. Mas antes que saia por aquela porta, saiba de uma coisa: meu filho jamais vai ouvir o seu nome.
- Faça como quiser Kathleen, só não me peça nada em troca. Você vai estar me tirando um peso e tanto cuidando dele sozinha e me tirando da sua vida.
Fábio abre a porta e a encara sério. Depois, sai batendo-a com força.
Kathleen chora sozinha no sofá da sala.

Mais tarde, Ezequiel traz os pães da padaria e a encontra na cozinha, preparando algumas guloseimas.
- Trouxe os pães. Estão quentinhos como você gosta. - Ele deixa o embrulho na mesa e percebe o olhar triste da filha. - Algum problema?
- Eu estava pensando em minha mãe. Será que ela se lembra de nós?
- Pensei que este assunto já foi explicado.
- Já foi, pai.  Mas o fato é que eu não paro de pensar na ideia de ela ter nos deixado.
- Filha, sua mãe tinha planos diferentes dos meus. Eu sinto falta dela, mas não posso esquecer o que ela fez conosco. Ela traiu a nossa confiança e acreditou que seria feliz sem a gente por perto. Não se preocupe, minha filha. Ela deve se lembrar da gente, sim.
- Pai, desculpe ter de fazer lembrar dela. Sei que o senhor já sofreu com esse assunto.
- Não se sinta culpada. Nós três somos uma família unida pro que der e vier. Estamos entendidos?
- Claro, meu pai. -Ela sorri feliz, servindo o café.
- Bom, você tinha algo pra me contar mais cedo. O que se trata?

- Nada não pai. -Diz Kathleen, ocultando a verdade.

Um abraço que conecta o próximo

Meses se passam e a jovem não consegue contar o que vem lhe afligindo há tempos. Ela começa a ter enjoos e Ezequiel desconfia ainda mais. Até a irmã caçula acha que Kathleen não está bem. Pai e filha decidem conversar severamente.
- O que anda acontecendo com você, hein?
- Pai, não é nada grave. Não se preocupe.
- Eu não quero que minta pra mim, Kathleen.
- Pai! - Ela suplica as lágrimas.
- Eu não acredito que você está com um problema simples de saúde, não. Você tem outra coisa e não quer me dizer. Kathleen, olhe pra mim! -Diz o pai, já nervoso com a filha. -E diga o que você tem pelo amor de Deus?
- Eu não tenho nada, pai. É sério!
Ezequiel encara a filha com fúria e pergunta:
- Você não está grávida, está?
Kathleen não consegue disfarçar a mentira e tenta desviar o olhar.
- Filha, responda! -Diz ele, forte e alto, um pouco musculoso e com poucos cabelos na calvície.
- E se eu disser que estou? – Dispara ela.
- Eu não acredito que você teve essa coragem. -Fixa Ezequiel nos olhos da filha. - Você é o meu orgulho. Você é a única filha que tinha todo o meu carinho, todo o meu respeito. Como pode fazer isso comigo?
- Pai, não faça nada comigo. Eu não queria que isso tivesse acontecido. - Ela se lamenta.
- Agora é tarde pra se arrepender, Kathleen. Quem é o pai dessa criança?
- Eu não quero que o senhor entre nesse assunto, meu pai.
- Eu já estou nesse assunto. Agora, diga: quem fez isso contigo?
- Pai, promete que não irá fazer nada contra ele?
- Kathleen, não me faça perder a paciência contigo. Eu sei que você vai precisar do meu apoio quando essa criança nascer. Como você vai se ajudar nessa situação? Ande, me diga! Por favor, diz logo quem é o responsável por isso?
- É o Fábio, meu pai. - Ela confessa as lágrimas. - Ele é o pai dessa criança que estou esperando há três meses.

Horas mais tarde, a mãe de Fábio, D. Lurdes, atende a porta e encontra Ezequiel bravo.
- Que bom vê-lo aqui!
- Olá, D. Lurdes! O seu filho está?
- Não. Ele viajou pra Alagoas ontem. Por que? - Pergunta a gentil senhora de cabelos longos morenos, estatura baixa e gordinha.
- Seu filho é um irresponsável!
- Como? O que há contigo, homem, pra agir desse jeito?
- Sabe o que há comigo? Seu filho engravidou a minha filha Kathleen e não quer se responsabilizar pelo que fez.
- Ele fez isso? -Ela fica desolada.
- Sim. Ele fez. D. Lurdes, com todo respeito que tenho da senhora, seu filho vai ter que assumir o que fez ou eu serei obrigado a tomar uma atitude drástica, nem que eu tenha que caçá-lo até o fim. Não adianta ele fugir de mim, não!
Ezequiel sai bravo da casa de D. Lurdes, que fica preocupada.
Ela liga pra ele alguns minutos depois.
 - Oi mãe! - Diz Fábio atendendo a chamada dentro do avião.
- Posso saber porque engravidou a Kathleen?
A expressão do rapaz muda de repente.
- Mãe, aconteceu! Eu não evitei sabe?
- Como você pode ser tão irresponsável! Ezequiel está bravo com você e ele tem toda a razão. Filho, o que deu na sua cabeça? Você devia ter evitado isso.
- Agora não vai me julgar né? Aconteceu e pronto! Oh mãe e eu não quero assumir essa criança. Eu pedi pra ela tirar, mas ela não quis. Ela que assuma a responsabilidade sozinha. – E ele desliga o telefone, deixando D. Lurdes perplexa.
A aeromoça lhe serve o café e biscoitos.
- Como você é linda hein? Sairia comigo um final de semana desses? Você não iria se arrepender não.
A jovem fica sem graça e decide ignorá-lo e ele sorri.

Daquele dia em diante Kathleen jamais soube de Fábio. D. Lurdes quando tinha uma hora vaga do serviço, a visitava e levava todo o seu apoio. Ela ajudava a jovem mãe que esperava o seu primeiro neto. Ezequiel lutava com garra dia por dia pra ajudar a filha, mas quando o nome de Fábio era pronunciado, seu ódio aumentava. Kathleen largou os estudos pra se dedicar cada vez mais a gravidez. Keyla não deixava a família na mão. Ela também fazia de tudo pra ajudar nos serviços domésticos. Enquanto isso, Fábio desfrutava seu descanso e passava a rotina brincando, indo a festas, mergulhando e aproveitando melhor a vida no estado de alagoas, sem se preocupar com a situação que deixara pra trás. D. Lurdes sabia disso, mas ela era a mãe dele. Ela a defendia em todo momento. A família de Kathleen tinha que lutar sozinha pra conseguir criar mais um membro.

Seis meses depois, Kathleen se agonia ao ver um líquido se escorrer ao chão.
- Pai! -Ela grita, desesperada.
- O que foi filha? -Ele atende ao seu chamado.
- Minha bolsa estourou. -Ela se preocupa.
Ao ser levada pelo hospital ás pressas, Ezequiel fica do lado da filha o tempo todo.
- Vai ficar tudo bem tá meu anjo! -Diz ele, a apoiando.
- Eu estou com medo pai! -Diz ela, nervosa.
- Não fica Kathleen. Eu estou do seu lado ok! -Diz ele, apertando sua mão fortemente e ela sorri alegremente com aquele gesto dele.
As enfermeiras chegam e ajeitam a maca pra Kathleen repousar e Ezequiel precisa sair da sala cirúrgica.
- Vai ficar tudo bem Kathleen! Você é forte e vai conseguir gerar essa criança aí dentro viu? É só se manter calma e respirar fundo. -Diz a enfermeira, tentando orientá-la e controlar o nervosismo da paciente.
Kathleen obedece à enfermeira e imagina seu filho em seus braços naquele momento.
- Você já tem um nome pra ele? -Pergunta a enfermeira, preparando os materiais cirúrgicos.

- Sim. Vinícius. Este será o nome. -Ela diz, ofegante.

Conexão entre uma grávida e um bebê

- Então vamos fazer o possível pra conhecermos o Vinícius né?
Kathleen mesmo sentindo fortes dores no parto, consente e a enfermeira se alegra ao ver a força de uma mãe jovem querendo realizar o sonho de ter o primeiro filho naquela noite.
No hospital, Kathleen sofre de dor e os enfermeiros pedem a ela mais coragem naquela situação.
As lágrimas escorrem pelo seu rosto no momento que se ouve choros.
- Kathleen, você conseguiu! Seu filho veio ao mundo. -Diz a enfermeira que corta o cordão umbilical do recém-nascido e o levanta pra ela ver.
Kathleen sorri ao ver o pequeno bebê ali nas mãos da enfermeira, que sorri feliz.
(...)

Capa Encontros Casuais

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*Sua degustação está na plataforma gratuita do Wattpad. Este conteúdo faz parte da primeira edição da trilogia denominada "Meu Filho, Minha Vida".

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